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Crónicas do Meu Jardim

de Carlos Steinwender
Editor: Edições Afrontamento, março de 2025 ‧
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«Inesperadamente divertida e pedagogicamente descontraída, uma viagem ao mais fascinante universo natural - o dos nossos quintais. Não são precisos Attenborough nem Cousteau para desbravar fronteiras da natureza e encontrar relíquias da biodiversidade. Basta despertar a curiosidade da infância e aplicar ao universo a curiosidade inocente de Calvin & Hobbes.»
Gonçalo Pereira Rosa, Director da National Geographic Espanha e Portugal.

«Nos dias que correm levo uma vida pacata e tranquila. O meu médico afirma que é por causa das benzodiazepinas do Valium 10mg, mas eu cá acho que é por obra dos duendes que agora vivem no meu jardim. Curiosamente, antes de começar a tomar o pequeno-almoço com o senhor Valium nunca tinha visto duendes a correr pelo jardim (não é que eles andam mesmo com o pote de moedas de ouro à ilharga?!), mas é capaz de ser coincidência.»

Crónicas do Meu Jardim

de Carlos Steinwender

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723620900
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 215 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 180
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789723620900

SOBRE O AUTOR

Carlos Steinwender

Carlos Steinwender nasceu às portas da Floresta Negra, no país das lederhosen. Do avô Steinwender, um homem bonacheirão dado à contemplação, herdou o sobrenome e o arrebatamento pela bicheza que adorava arruinar o jardim da avó Hildegarda, uma mulher imperiosa que sobreviveu à 2.ª Guerra Mundial a fazer compota de beterraba. Dos pais, ganhou um bilhete de autocarro com destino à terra Lusa das (quase) oportunidades, facto que ainda hoje lhes agradece, penhoradamente.
Especializou-se em jardins com bichos e, desde que se lembra, dedica-se a manter, sem qualquer sucesso, as toupeiras do lado de lá dos relvados a seu cargo.
É jardineiro a tempo inteiro, profissão que acumula com a de hortelão, atividade em que tem granjeado o reconhecimento de largos setores da família – «Pai, és uma nódoa!».
Ocasionalmente, quase sempre depois da sesta, redige acendalhas sob a forma de crónicas para as longas noites de inverno à lareira.
Possui um canídeo denominado Mortadela e dedica-se, amiúde, à existência inútil.

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