Crónicas do Bar dos Canalhas
SINOPSE
Não há Canalha que não goste do Bar que é admiravelmente verboso e tem aromas de Roma, Paris, Luanda, Rio de Janeiro, Lisboa, Porto, também tem um pouco de Cláudio, um nadinha de Calígula e um poucochinho de Paulo Portas. O Bar dos Canalhas é o pícaro português em versão crioula. No Bar dos Canalhas, onde se vive do que se ouve dos outros, passa--se de tudo e tudo é captado como que por radares, essas grandes orelhas da humanidade. No Bar dos Canalhas numa mesa, num banco, haverá algures sempre alguém que toca a nossa vida ou virá a tocar. Há gente que frequenta o Bar dos Canalhas e paga para ouvir louvores, ou seja, puras mentiras. No Bar dos Canalhas, embora permanentemente sujeito aos ataques da ira, reina a ironia. Daí que, quando não se sabe para onde se vai, todos os caminhos estão errados, excepto os que levam ao Bar dos Canalhas. Bar dos Canalhas; Oh meu amor, meu cachecol! - lê-se no tecto.
E agora a parte mais bonita e simples: Já que trocar os passos no Bar dos Canalhas pode também significar tropeçar numa saudade hesitante, daquelas que não sabem se hão-de ficar ou bazar, o seu patriótico ambiente, seja ele visto como selvagem e reles ou aprimorado e elegante, permite-nos alguma esperança, mesmo que através de métodos nem sempre os mais hábeis. Então, quando os estimáveis leitores forem ao Bar dos Canalhas, todos os autores, esperando que esta Obra indisciplinada vos agrade, pedem-vos que por lá sonhem um sonho por nós… Porque é à noite que os canalhas dos escritores decifram.
[Eduardo Águaboa]
CRÍTICAS
(…) Surge-nos agora não a solo, antes acompanhado por 25 contadores de histórias, todas com um denominador comum, o Bar dos Canalhas – não se assuste o leitor, porque o nome, por exemplo nas palavras de Cristina Torrão, como terá oportunidade de constatar, tem mais a ver com a afeição que se lhe vota –, a partir do qual são construídas múltiplas paisagens sociais e humanas, cada uma contada com a sensibilidade de quem a escreve. De entre muitas, essa é uma das riquezas maiores desta obra que nos leva além-fronteiras, do Brasil à Índia, sem pudores – não espere encontrar um travão nas palavras, despidas de preconceitos, provocadoras e muitas vezes a aguçar pensamentos mais, digamos, palpitantes –, a cada ponto final fazendo-nos desejar novo parágrafo, embalando-nos para nova montanha russa de emoções. E reflexões. Sobre o que somos, sobre a vida e os seus efémeros momentos de felicidade que a podem tornar tão aparentemente, ou não…, curta. (…)
[Nuno Saraiva Santos – Jornalista]
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896896492 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 229 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 236 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Crónicas
|
| EAN: | 9789896896492 |
-
Vieste P@ra Ser o Meu LivroPrime Books11,11€
-
Mentira SinceraPrime Books14,54€
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Franco-Atirador10%Edições Colibri17,00€ 10% CARTÃOportes grátis
-
Pedaços de Mim e de Ti10%Chiado Books15,00€ 10% CARTÃO