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Cravos e Estrelas
Poli´tica Externa, Partidos e Revoluc¸a~o (1974-1975)
Editor:
LisbonPress, junho de 2021 ‧
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SINOPSE
No dia 25 de abril de 1974, a capital portuguesa despertou com o ruído das chaimites que percorriam as ruas sob o olhar estupefacto dos seus habitantes. Um golpe militar, que tomou de surpresa Portugal e o mundo, derrubou, em poucas horas, o regime que vigorara durante mais de quatro décadas. O renovado poder político, constituído, no imediato, por oficiais dos três ramos das Forças Armadas, manifestou prontamente a intenção de promover a democratização do país. Nessa manhã de primavera, os ventos que sopravam sobre a nação mais ocidental do continente europeu anunciavam mudanças profundas num território que acabava de se libertar da égide do autoritarismo.
Além-fronteiras, os desafios não eram menos exigentes. Os novos governantes depararam-se, desde cedo, com a necessidade de terminar o longo conflito colonial e de quebrar o isolamento a que Portugal se encontrava remetido. Mas essa era apenas a face mais visível da política externa que urgia colocar em prática. À margem destas prioridades, importava considerar as relações com alguns espaços que se revelavam fundamentais para a diplomacia nacional: África, Atlântico e Europa Ocidental, isto numa altura em que o país assistia à legalização de numerosos partidos, que ocupavam todo o espaço do espectro político, da esquerda à direita. Ao longo dos meses seguintes, enquanto a revolução seguia o seu rumo e prosseguia o debate interno acerca do tipo de regime a implantar, Lisboa viu-se precisamente confrontada com várias opções em matéria de política externa, tendo por objetivo a definição do modelo de inserção internacional a adotar. Perante essa conjuntura, os partidos foram também eles chamados a expor as suas posições neste campo, convergindo em determinados aspetos e divergindo naturalmente em outros.
Assim sendo, esta obra pretende justamente aferir a visão partilhada pelos quatro maiores partidos dos alvores da democracia, o PS, o PPD, o PCP e o CDS, quanto às principais opções da política externa portuguesa no decorrer do período revolucionário.
Além-fronteiras, os desafios não eram menos exigentes. Os novos governantes depararam-se, desde cedo, com a necessidade de terminar o longo conflito colonial e de quebrar o isolamento a que Portugal se encontrava remetido. Mas essa era apenas a face mais visível da política externa que urgia colocar em prática. À margem destas prioridades, importava considerar as relações com alguns espaços que se revelavam fundamentais para a diplomacia nacional: África, Atlântico e Europa Ocidental, isto numa altura em que o país assistia à legalização de numerosos partidos, que ocupavam todo o espaço do espectro político, da esquerda à direita. Ao longo dos meses seguintes, enquanto a revolução seguia o seu rumo e prosseguia o debate interno acerca do tipo de regime a implantar, Lisboa viu-se precisamente confrontada com várias opções em matéria de política externa, tendo por objetivo a definição do modelo de inserção internacional a adotar. Perante essa conjuntura, os partidos foram também eles chamados a expor as suas posições neste campo, convergindo em determinados aspetos e divergindo naturalmente em outros.
Assim sendo, esta obra pretende justamente aferir a visão partilhada pelos quatro maiores partidos dos alvores da democracia, o PS, o PPD, o PCP e o CDS, quanto às principais opções da política externa portuguesa no decorrer do período revolucionário.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893710272 |
| Editor: | LisbonPress |
| Data de Lançamento: | junho de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 162 x 243 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 254 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política em Geral
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| EAN: | 9789893710272 |
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