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Correspondência para a Sua Irmã Eugénia

de Luiza Andaluz
Editor: Lucerna, outubro de 2022 ‧
15,75€
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Este volume compila cartas que Luiza Andaluz, a fundadora da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima, escreveu à sua irmã Eugénia Santa Marta, carmelita descalça do Carmelo da Imaculada em Echavacoiz, Pamplona, entre os anos de 1932 e 1954.

As cartas que Eugénia Santa Marta guardou foram mais tarde entregues pelo Carmelo à Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima, possibilitando a transcrição integral das cartas originais que neste volume são publicadas.

A leitura da correspondência de Luiza com a sua irmã - muito próxima e confidente - permite um maior conhecimento da sua vida e da sua espiritualidade, bem como da história da obra que fundou.

Esse conhecimento pode ser completado por outros escritos de Luiza Andaluz publicados na coleção de que este volume faz parte.

Correspondência para a Sua Irmã Eugénia

de Luiza Andaluz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898976130
Editor: Lucerna
Data de Lançamento: outubro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 163 x 238 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789898976130

SOBRE O AUTOR

Luiza Andaluz

Luísa Maria Langstroth Figueira de Sousa Vadre Santa Marta Mesquita e Melo nasceu em 1877, filha de António Júlio de Sousa Vadre Santa Marta da Mesquita e Melo, Visconde de Andaluz, e de Ana Joaquina Langstroth Figueira. Foi a quinta filha de seis filhos. Era prima afastada (do lado materno) de Katherine Drexel, canonizada em 2000 pelo Papa João Paulo II, sendo também prima de Anselmo Braamcamp Freire.

Tornou-se irmã carmelita aos trinta e oito anos, após uma juventude ligada ao trabalho social, numa conjuntura peculiar: no decorrer da ascensão e desmoronamento de três regimes, a monarquia, a Primeira República e o Estado Novo.

Em 1923, já religiosa na Ordem do Carmo, fundou a Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima, na qual fez a sua profissão religiosa em 1939, data da aprovação canónica da congregação. No momento da sua morte (1973), existiam trinta comunidades da ordem em Portugal e Moçambique.

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