Corporativismo, Fascismos, Estado Novo
Editor:
Edições Almedina, abril de 2012 ‧
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SINOPSE
A ideia de promover um debate académico sobre o tema do corporativismo assentou num propósito claro e ousado: reinscrever na historiografia portuguesa o estudo do sistema corporativo instituído pelo Estado Novo, tomando-o enquanto doutrina e como realidade política e institucional concreta. Retomando o fôlego de uma historiografia crítica sobre o Estado Novo, que nos anos 80 e 90 do século passado permitiu construir grandes linhas de interpretação sobre o tempo do salazarismo, será possível compreender os contextos políticos que moldaram o funcionamento das instituições corporativistas e reinterpretar as suas funcionalidades políticas e de reprodução social. Muitos desses organismos revelaram-se pouco corporativos e próprios de um "capitalismo de organização". Modelo que, nas circunstâncias portuguesas de crise do Estado liberal, fez do corporativismo o seu principal instrumento de recomposição das classes dominantes e de reconstrução do Estado.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724047515 |
| Editor: | Edições Almedina |
| Data de Lançamento: | abril de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 154 x 229 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 322 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
Livros em Português > Política > Política em Geral |
| EAN: | 9789724047515 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Gostei
João Manuel Aristides Duarte
Um bom livro para se ter uma panorâmica do Estado Novo
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