Conversaciones Con Glenn Gould

de Glenn Gould
idioma: espanhol
Editor: GLOBAL RHYTHM PRESS, março de 2007 ‧
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Glenn Gould (1932-1982), uno de los músicos más personales y carismáticos del siglo XX, se sentaba al piano usando una silla de madera paticorta y, a pesar de interpretar a Bach, a Beethoven o a Mozart a un tempo endiablado, lo hacía con meridiana claridad. Célebre no sólo por su talento musical sino también por su comportamiento errático, Gould canturreaba durante los conciertos y se presentaba sobre el escenario vestido con un frac sin planchar, mitones y abrigo. En 1964, en el apogeo de su polémica carrera, abandonó totalmente los escenarios para centrarse en sus escritos y en sus grabaciones. Reducir el enigma de Glenn Gould a Bach y a las Variaciones Goldberg sería obviar muchas de las facetas de este personaje que nos invitó a redescubrir la música para piano. Si alguien ha cambiado la manera de entender la música durante el siglo XX, ese ha sido, indudablemente, Glenn Gould. Alérgico, entre muchas otras cosas, al contacto con sus congéneres y a exhibirse sobre un escenario, Gould se entrega en estas páginas, por mediación de uno de sus fetiches, el teléfono, a un juego de preguntas y respuestas que recorre su universo particular, desde Gibbons a Strauss pasando por Brahms y Wagner, de su pasión por la radio a la convivencia contra sus diferentes Doppelgängers. Han pasado 25 años desde que el pianista cumpliera su promesa de tocar el piano cuando contara 50 años. Y lo hizo, no sin cierta rotundidad, muriendo, pero ¿qué mejor opción para quien había rechazado cifras astronómicas durante los años setenta por volver a un escenario? El autor y poeta Jonathan Cott, considerado por el Washington Post como "el entrevistador ideal", fue una de las pocas personas a las que Gould concedió una entrevista. Cott habló con Gould en 1974 para Rolling Stone. Tras la muerte del pianista, Cott recopiló estos materiales, añadió una introducción, una selección fotográfica, una lista del repertorio grabado por Gould, una filmografía y un listado de los programas que Gould hizo para radio y televisión. Muchas son las voces, y entre ellas la de su protagonista, que consideran Conversaciones con Glenn Gould, esta apacible charla en la que Gould habla, entre otros temas, de su predilección por Orlando Gibbons, Richard Strauss o Petula Clark (y del horror que le provocan las sonatas para piano de Mozart o los Beatles), como la mejor entrevista jamás concedida por Gould, y una de sus apariciones más notables. Jonathan Cott ha trabajado de editor adjunto de la revista Rolling Stone desde su fundación y ha colaborado con New York Times, Parabola y The New Yorker. Es autor de dieciséis libros, entre los que destacan On the Sea of Memory, una biografía crítica de Bob Dylan, Bob Dylan:The Essential Interviews (editado por Global Rhythm Press) y de numerosos volúmenes de entrevistas, entre las que destaca Visions and Voices. Asimismo, se ha ocupado de la edición del último libro de Studs Terkel, And They All Sang (que también publicará Global Rhythm Press ). Actualmente vive en Nueva York.

Conversaciones Con Glenn Gould

de Glenn Gould

Propriedade Descrição
ISBN: 9788493541231
Editor: GLOBAL RHYTHM PRESS
Data de Lançamento: março de 2007
Idioma: Espanhol
Dimensões: 210 x 295 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 139
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poliritmos
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Música
EAN: 9788493541231

SOBRE O AUTOR

Glenn Gould

Glenn Gould foi um dos pianistas mais inovadores e excêntricos do século XX, amplamente reconhecido pela sua abordagem única e revolucionária à música clássica. Nascido a 25 de setembro de 1932, em Toronto, Canadá, Gould foi um prodígio desde jovem e rapidamente se destacou no mundo da música clássica. Conhecido principalmente pelas suas interpretações das obras de Johann Sebastian Bach, ele tornou-se uma das figuras mais importantes do piano clássico, mas também pela sua personalidade singular e pela maneira como transformou a interpretação musical em algo profundamente pessoal e inovador.

A sua fama internacional começou com a gravação de 1955 da Goldberg Variations, de Bach, que se tornou uma das suas interpretações mais emblemáticas. A gravação foi revolucionária não só pela sua virtuosidade técnica, mas também pela abordagem pouco convencional de Gould ao tocar o piano, incluindo o seu uso de uma interpretação mais ágil e de uma articulação mais detalhada. Ele também era conhecido por cantarolar enquanto tocava, um hábito peculiar que, embora controverso para alguns, refletia a sua intensa concentração e imersão na música.

Embora tenha sido um pianista de enorme talento, Gould também era um pensador profundo sobre a música e o processo de interpretação. Ele rejeitou muitas das convenções tradicionais do mundo da música clássica, especialmente o concerto ao vivo. Em 1964, aos 31 anos, Gould surpreendeu o mundo ao abandonar as performances ao vivo, preferindo a gravação como meio de expressão artística. Ele acreditava que a gravação oferecia uma oportunidade única de revisão e refinamento da performance musical, permitindo-lhe capturar as nuances da sua interpretação de uma forma que não poderia ser alcançada no palco.

Além de suas gravações de Bach, Gould também interpretou obras de outros compositores clássicos, como Beethoven, Mozart e Schoenberg, e desenvolveu uma carreira como escritor e locutor, realizando programas de rádio que exploravam a música de maneira intelectual e acessível. Sua voz e pensamento sobre a música eram tão únicos quanto sua maneira de tocar, tornando-o uma figura respeitada também fora dos limites do piano clássico tradicional.

Gould faleceu prematuramente a 4 de outubro de 1982, aos 50 anos, devido a um derrame. Embora sua carreira tenha sido curta, o impacto de Glenn Gould na música clássica e nas interpretações de piano permanece imenso. Ele é lembrado não apenas pela sua extraordinária técnica e inteligência musical, mas também pela sua capacidade de redefinir a arte de tocar piano, tornando-se uma figura central na história da música do século XX.

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