Contravida

Livro 1

de Augusto Roa Bastos
Editor: Difel, abril de 1997 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro

Numa tentativa de fuga, um preso sobrevive ao assassínio dos seus companheiros de cárcere. Enquanto foge, escuta as descargas que vão matando os outros. Também a ele o dão como morto e enterrado. A sua vida, a partir dessa fuga, vai converter-se numa odisseia, nas etapas de um processo iniciático, não isentas, por vezes, de tensões suicidas.Tudo se passa entre o sonho e o pesadelo.
Em Contravida, Augusto Roa Bastos transmite-nos todo o carácter do seu Paraguai: uma terra de paixão e penitência, com uma história aterradora. E, ao mesmo tempo, o leitor sente o intenso feitiço da Natureza e descobre que o sentimento humano é lição de grandeza e de esperança de remissão.
Este livro é um cântico à dimensão humana face ao destino da Natureza.

«Em Contravida Augusto Roa Bastos oferece aos seus leitores um cântico à dimensão humana face ao destino da Natureza. Também o carácter do seu país natal (Paraguai). Tem a arte de cativar os leitores, seduzidos pela sua capacidade narrativa e pelo seu estilo literário. É mais um bom livro da colecção «Literatura Estrangeira» da Difel.»
Diário de Notícias

Contravida

de Augusto Roa Bastos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722903752
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 1997
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 254
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722903752
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Augusto Roa Bastos

Augusto Roa Bastos (Assunção, 13 de junho de 1917 - Assunção, 26 de abril de 2005) foi um escritor paraguaio, conhecido nas áreas do ensaio, do roteiro, da poesia e do romance.
Entre 1932 e 1935, participou como enfermeiro na Guerra do Chaco, entre a Bolívia e o Paraguai, com apenas 15 anos. Em 1947 é obrigado a ir para o exílio, devido à perseguição da ditadura, na Argentina, onde publica pela primeira vez.
Em 1970, devido a outra ditadura, é obrigado a exilar-se na Europa, na França, onde ensina literatura hispano-americana.
Em 1982, numa breve visita ao seu país, perde a nacionalidade paraguaia e passa a ter nacionalidade espanhola.
Recebe diversos reconhecimentos públicos pelo mérito, originalidade e qualidade da sua obra, entre os quais o "Concours International de Romans Losada" (1959), o "Prix du Memorial de America Latina" (1988) e é distinguido com o Prémio Miguel de Cervantes em 1989. Sua obra está traduzida para cerca de 25 idiomas.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU