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Contradanças - Política e Arredores

2004-2005

de Manuel de Lucena
Editor: Imprensa de Ciências Sociais, junho de 2006 ‧
13,00€
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Manuel de Lucena é investigador principal do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Autor de vários livros, entre os quais: A evolução do sistema corporativo português — vol, I: 0 Salazarismo, vol.11: 0 Marcelismo; 0 Estado do Revolução (sobre a Constituição de 1976) e Revolução e lnstituições — a extinção dos grémios da lavoura alentejanos.

«É bom que a Imprensa de Ciências Sociais tenha resolvido publicar uma colecção de ensaios. Durante muito tempo, o ensaio foi considerado um género académico menor, se não mesmo uma forma de jornalismo. Não é: exige tanto conhecimento, tanta disciplina e tanto rigor como qualquer investigação tradicional: e, às vezes, bastante mais perspicácia e lucidez. Neste livro, Manuel de Lucena é polémico, como lhe compete. Uma visão diferente, nova, inesperada, ou intransigentemente afirmada, obriga a pensar e a repensar o que dávamos por adquirido. Não interessa saber se concordamos com ele ou não. Interessa verificar se o que pensamos resiste ou não ao que ele diz. Escrevendo sobre a Constituição ou o sistema político português, o PS ou o Iraque, a heranca de Cunhal ou o jovem Hitler, Manuel de Lucena consegue surpreender e iluminar e, de quando em quando, até irritar. Mas deixa aqui o principal: um princípio para uma interminável discussão».
Vasco Pulido Valente

Contradanças - Política e Arredores

2004-2005

de Manuel de Lucena

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726711735
Editor: Imprensa de Ciências Sociais
Data de Lançamento: junho de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 232 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 145
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789726711735
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Manuel de Lucena

Manuel de Lucena, influente pensador e sociólogo, foi investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e professor convidado do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.
Participou activamente na crise académica de 1962 e foi um dos fundadores das revistas O Tempo e o Modo e Polémica.
Exilou-se por oposição à política colonial de Salazar, tendo regressado aquando do 25 de Abril.
Distinguiu-se como investigador de temas relacionados com o Estado Novo e o pós-revolução.
São de sua autoria as obras A evolução do sistema corporativo português, O Estado da Revolução e Contradanças: políticas e arredores, entre outras.
Morreu em Fevereiro de 2015.

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