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Contracultura

idioma: português do brasil
Editor: Chiado Books, março de 2018 ‧
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A queima das cartas de convocação para a guerra foi um ato histórico; pela primeira vez a humanidade assistia a nata da juventude, na sede do império, recusar-se a ir à guerra, em atitude de desobediência às forças armadas, a principal instituição que sustenta o poder imperial.

Havia nascido um ideal revolucionário diferente de todos os outros modelos. A sua base intelectual estava na ideia de que a guerra entre humanos é simplesmente irracionalidade.
Uma geração percebeu que a guerra não tem origem inteligente; e que a humanidade mantém-se presa ao enredo de um trauma ancestral feito de violência, e tragédia.
A partir da oposição à guerra do Vietnã, se adentrou a uma nova perspectiva existencial, e aquela geração disse não, recusando o modelo de vida dos pais, recusando a cultura vigente.

As agitações pacifistas iniciaram o movimento hippie, com a pregação da paz, a vida comunitária, e a liberdade sexual. O poeta, Allen Ginsberg criou o slogan "Flower Power" (Poder da Flor), para simbolizar a união em torno da não-violência. Enquanto a juventude, em todo o mundo, ainda acreditava na revolução pelas armas, eles propunham a paz e o amor. Seu lema: ‘Make Love, Not War’. (Faça amor, não a guerra).

Contracultura

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895221424
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: março de 2018
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 140 x 218 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 290
Tipo de produto: Livro
Coleção: Compendium
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789895221424

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