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Contes Creoles T.2

de Lafcadio Hearn
Livro eBook
idioma: francês
Editor: IBIS ROUGE, fevereiro de 2002 ‧
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Transcrits et traduits en français par Louis Solo Martinel. Désirant poursuivre ses recherches sur Hearn au Japon, Louis Solo Martinel était venu demander à Sukehiro Hirakawa ses impressions sur la thèse qu'il préparait sur l'oeuvre de Hearn. Il lui montra alors la photocopie du carnet et lui recommanda de travailler sur ce nouveau matériel. Martinel, en parcourant ces textes créoles s'écria : « C'est hallucinant ». Ce jeune chercheur martiniquais, en arrivant au pays du soleil levant, trouva un patrimoine culturel de ses ancêtres martiniquais sous cette forme inattendue. Quelle heureuse découverte et quelle heureuse redécouverte de sa langue maternelle d'il y a plus de cent ans. Il se mit immédiatement à l'oeuvre et déchiffra les 8 contes, quelques proverbes créoles et d'autres éléments. Puis, il entama la traduction française. Le manuscrit se présente sous la forme d'un carnet dont la couverture porte une mention écrite horizontalement : Contes N 2. Il contient huit contes : Pié-Chique-À, Compè Lapin adans bassin li roi, Zhistouè piment, Tête, Maman Marie, Li roi té ka mandé yon batiment, Ti Poucette, Adèle épi Ti-Jean et quelques morceaux de proverbes, bribes de chansons, haillons de paroles en premières et dernières pages. Ces exemples parmi d'autres témoignent du voyage intertextuel de l'oralité créole : condition exclusive de toute littérature orale. Compère Lapin, Tigre, Éléphant représentent l'héritage culturel africain déporté, transformé, tordu, plié aux besoins de la nouvelle culture créole. Ti Poucette, Ti-Jean constituent l'héritage culturel européen arrivé en terre nouvelle remanié, tordu, plié lui aussi aux besoins de la nouvelle culture créole. Afrique et Europe, les deux plus importants pôles de l'histoire, de la culture en créole. Lafcadio Hearn Avant de s'installer définitivement au Japon, Lafcadio Hearn vécut deux ans (1887-1889) à Saint-Pierre, capitale de la Martinique d'avant la tragédie (l'éruption volcanique de mai 1902). Il y accomplit une tâche colossale : recueillir des contes créoles, des bribes de paroles et de chansons populaires, des tim tim (devinettes). Hearn meurt prématurément le 26 septembre 1904, à Tokyo à l'âge de 54 ans. En 1932 paraît un ouvrage posthume intitulé Trois fois bel conte contenant les textes originaux de 6 contes en créole martiniquais qu'il avait recueillis lors de son séjour à Saint-Pierre. En 1988, Sukehiro Hirakawa découvre chez l'un des descendants de Lafcadio Hearn, M. Akio Inagaki, un carnet intitulé : Contes créoles (N°2).

Contes Creoles T.2

de Lafcadio Hearn

Propriedade Descrição
ISBN: 9782844501219
Editor: IBIS ROUGE
Data de Lançamento: fevereiro de 2002
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Petits Comediens
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9782844501219

SOBRE O AUTOR

Lafcadio Hearn

Lafcadio Hearn (1850-1904) nascido em 1850, Patrick Lafcadio Hearn teve um princípio de vida difícil: após o falecimento dos pais, foi criado por uma tia, em Dublin, e, aos dezasseis anos, perdeu uma vista numa brincadeira com os colegas de escola que correu mal. Rejeitado pela família, trocou a Irlanda por Inglaterra e depois por França, antes de se instalar nos Estados Unidos da América, onde se tornou jornalista no Enquirer. Descobriu a cultura japonesa por intermédio de contactos com o embaixador do Império do Japão. Em 1874 - numa época em que os casamentos mistos eram ilegais -, Hearn contraiu matrimónio com Althea «Matthie» Foley, de origem mestiça. Quando esta união foi descoberta, despediram-no e começou a trabalhar para o jornal concorrente, o Cincinnati Commercial. Interessou-se pela cultura crioula de Nova Orleães, tendo publicado, em 1885, um dicionário de provérbios crioulos e uma coletânea de temática culinária. Em 1889, o jornal Harper’s Monthly enviou-o como correspondente para as Antilhas. Após um primeiro romance, Youma, reuniu um grande número de contos tradicionais da Martinica, que foram objeto de diversas obras. Um ano depois, aceitou um convite do seu amigo embaixador do Japão e instalou-se em Yokohama, onde encontrou emprego como jornalista na imprensa anglófona. Hearn casou com a filha de um samurai, Koizumi Stesuko , obtendo a cidadania japonesa com o nome Koizumi Yakumo em 1896. Passou, então, a interessar-se pelas histórias tradicionais japonesas de fantasmas (yokai) e começou a escrever as suas obras sobre o Japão. Viajante inveterado, viveu sucessivamente em Kobe, em Matsue e, ainda, em Tóquio, onde foi nomeado professor na Universidade de Waseda. Grande admirador de Pierre Loti, Hearn foi igualmente tradutor para inglês de Flaubert, Anatole France, Théophile Gautier, Hugo, Maupassant, Mérimée, Nerval e Zola. Morreu em 1904, vítima de doença cardíaca, em Tóquio. Foram-lhe prestadas inúmeras homenagens tanto na literatura e na banda desenhada, como no cinema e na televisão.

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