Congeminações de Um Neopitagórico

de António Telmo

editor: Zéfiro, maio de 2009
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Este livro apresenta-se como órgão literário de um pequeno círculo, animado pela vida contínua e pelo movimento de expansão e entrega ao Mundo.
É a expressão de um grupo que, desenvolvendo-se por mestria de esquadro e compasso, pretende cultivar a Vida Poética, tal como no-la faz entender Agostinho da Silva, em si e nos outros.

Congeminações de Um Neopitagórico

de António Telmo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728958855
Editor: Zéfiro
Data de Lançamento: maio de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 228 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Coleção: Nova Águia
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789728958855
António Telmo

António Telmo nasceu em Almeida, distrito da Guarda, numa casa da rua do Convento, no centro do hexagrama formado pelas muralhas que cercam a vila. Foi no dia 2 de Maio de 1927, pelas duas horas da tarde. O Leão aparecia no horizonte e o Sol erguia-se alto no Touro. Partiu deste mundo rumo ao Oriente Eterno no dia 21 de Agosto de 2010.
Por uma dessas estranhas coincidências que, por vezes, marcam a relação íntima de certos acontecimentos, nas Centúrias de Nostradamus, escritas há cerca de meio milénio, vem anunciado o nascimento do "grande Portugalois", junto a um convento em "la Guardia". Claro que esta Guarda é outra e outro é o convento. Quem dera ao autor deste livro pertencer a uma organização conventual de altos espíritos que guardassem o mundo humano nestes tempos de fim.
Viveu em Portugal 72 anos e os restantes fora de portas: em Moçâmedes (Angola), Brasília (Brasil) e em Granada (Espanha), dividindo-se até hoje o seu tempo por dezassete lugares. Recorda com gratidão Arruda dos Vinhos, da sua infância, que é ainda hoje a forma terrestre do seu Paraíso; Sesimbra, a da sua juventude que lhe ensinou o mar, a amargura e a imaginação; Évora e o seu passado de sombras e de história; Redondo, onde, antes do 25 de Abril, fundou a primeira escola democrática do país. Ensinou crianças em Estremoz durante vinte e tal anos.
Em Brasília, a amizade de Eudoro de Sousa e de Agostinho da Silva pôs em professor universitário um homem que não teve a paciência nem gosto, até aos 40 anos, para completar a licenciatura na Faculdade de Letras de Lisboa. O aluno aqui era professor lá. Ensinou a Écloga IV, de Virgílio, durante três anos. Bastou-lhe este texto de algumas páginas, pois não confunde ensino com Internet.
Iniciou-se como fazedor de livros aos 36 anos, com uma Arte Poética, não de versejar mas de dar voltas ao espírito.
Tenciona nascer de novo, mas não sabe onde, nem quando, nem como, nem se isso é possível fora deste mundo.

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