10% de desconto

Como um Barco Esquecido na Areia Amarrado

de Mário Cordeiro
Editor: Oficina da Escrita, novembro de 2025 ‧
16,00€
14,40€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
portes grátis
Um barco esquecido. Parado. Imóvel.
Abandonado? Inútil? Morto?
Ou apenas a contemplar, a meditar, a refletir antes de partir para uma nova viagem?
Amarrado à areia — firme e volátil ao mesmo tempo, como as múltiplas facetas da vida.
Silencioso, observa o tempo passar, guardando memórias das ondas que o tocaram e sonhos ainda por concretizar.
Entre espera e movimento, entre passado e futuro, o barco ensina que há beleza na pausa, força na contemplação e coragem no recomeço.

Este é o novo livro de poesia de Mário Cordeiro, uma obra para sentir.

Como um Barco Esquecido na Areia Amarrado

de Mário Cordeiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899268326
Editor: Oficina da Escrita
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 230 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 238
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789899268326

SOBRE O AUTOR

Mário Cordeiro

Mário Cordeiro, pediatra, professor aposentado de pediatria e de saúde pública da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa. Foi presidente da Secção de Pediatria Social e Comunitária e da European Society for Social Paediatrics, fundador e presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil e de muitas outras organizações relacionadas com a promoção da saúde e dos direitos das crianças e adolescentes. Membro das Comissões Nacionais de Saúde da Mulher e da Criança, Direitos da Criança e Boas Práticas em Lares. Dirigiu o Observatório Nacional de Saúde. É membro da Academia das Letras e das Artes e autor de vários bestsellers como O Grande Livro do Bebé, O Livro da Criança ou O Grande Livro do Adolescente, dedicando-se também à escrita de poesia, dramaturgia e romances. Melómano, gosta de estar em família, passear, desfrutar da Natureza e passear o cão, sendo embaixador da Provedoria dos Animais de Lisboa para os programas de sensibilização da interação de crianças com cães. Gosta do Tempo, enquanto espaço de vida, da História, como sinal do passado (não aprecia saudosismos ou nostalgias), e de viver o presente com uma perspetiva no futuro. Sente que o amor, os afetos e a frugalidade, em busca do Belo, são o melhor antídoto para a angústia existencial que sempre sentiu.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR