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Como Não Ser, Tranquilamente, Human@s

Técnica e política da Antiguidade à Era Neoliberal

de Rebeca Baceiredo
Editor: Através Editora, julho de 2021 ‧
15,00€
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Como não ser, tranquilamente, human@s. Técnica e política da Antiguidade à era neoliberal procura a relação entre a concepção da técnica, o antropocentrismo e o pacto social, que envolve, não só o âmbito deliberativo da constituição da cidadania, referente ao logos, mas a distribuição de funções, quer dizer, o trabalho.

Se numa origem a técnica era concebida como pré-humana, posteriormente passa a ser entendida como uma capacidade do antropos, inaugurando o humanismo. Porém, na atualidade, a tecnologia e tecnociência, mesmo com capacidade para alterar a própria ontologia, parecem tornar-se algo autónomo, alheio ao humano. Porém, não faz mais parte do pensamento cósmico antigo (Nous), mas da estrutura produtiva do capitalismo, que naturaliza os processos do humanismo e permanece ancorado no niilismo negativo e reativo dos últimos humanos.

Como Não Ser, Tranquilamente, Human@s

Técnica e política da Antiguidade à Era Neoliberal

de Rebeca Baceiredo

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416545568
Editor: Através Editora
Data de Lançamento: julho de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 143 x 209 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 230
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9788416545568

SOBRE O AUTOR

Rebeca Baceiredo

Rebeca Baceiredo (Ourense, 1979) é uma filósofa e escritora galega. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Santiago e doutora em Filosofia com uma tese sobre Gilles Deleuze, Achegas onto-éticas para a liberación do suxeito. Unha aproximación a partir da filosofía de Gilles Deleuze. Publicou O suxeito posmoderno. Entre a estética e o consumo (Prémio Ramón Piñeiro de Ensaio 2005; Galaxia 2006), (repeat to fade) (Estaleiro, 2011), A revolución non vai ser televisada. Devir imperceptible seguindo a Gilles Deleuze (Prémio AELG de Ensaio, 2013; Euseino? 2013), E meterei a miña lei no seu peito (Estaleiro Editores, 2014), Capitalismo e fascismo (Euseino? 2015), Oiko-nomía do xénero. Relato das clausuras (Axóuxere, 2016), O canto da Sibila (Galaxia, 2016) e A verdade errada e a representación errante (Euseino? 2018).

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