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Common Sense

de Thomas Paine
idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, setembro de 2004 ‧
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The book that created the modern United States, Paine's incendiary call for Americans to revolt against British rule converted millions to the cause of independence and set out a vision of a just society - free from corruption and cronyism - which remains inspiring today.

Common Sense

de Thomas Paine

Propriedade Descrição
ISBN: 9780141018904
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: setembro de 2004
Idioma: Inglês
Dimensões: 113 x 184 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Penguin Great Ideas
Classificação Temática: Livros em Inglês > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9780141018904

SOBRE O AUTOR

Thomas Paine

Thomas Paine (1737-1809) foi um ativista político, revolucionário, filósofo e pensador político americano nascido em Inglaterra. Tendo tido uma educação escolar numa época em que tal não era obrigatório, nem sequer comum, Thomas Paine desempenhou diversos cargos públicos e privados antes de, em 1774, ter sido convidado por Benjamin Franklin para emigrar para as colónias americanas. Tendo lá chegado, envolveu-se imediatamente na causa revolucionária então emergente. Escreveu vários panfletos, dos quais Senso Comum é o mais famoso e influente, tendo sido o maior êxito de vendas das colónias e lido (ou ouvido) por todos os revolucionários. Tudo indica que participou na elaboração da Declaração de Independência, embora não existam provas concretas de que assim tenha sido. Garantidamente teve a sua influência como secretário no Gabinete de Relações Exteriores, procurando apoios políticos e financeiros para a causa revolucionária. Durante um certo período, viveu entre Paris e Londres, envolvendo-se na causa revolucionária francesa. Escreve então outra obra fundamental, The Rights of Man (1791), na qual defende os direitos do ser humano numa perspetiva extranacional. Depois de regressar aos Estados Unidos da América, mantém-se envolvido em polémicas e discussões políticas, mas vai perdendo os seus apoiantes mais diretos. No obituário publicado aquando da sua morte, em 1809, escreveu-se, entre outras coisas, «teve uma vida longa, fez algum bem e muito mal». A passagem do tempo devolveu-lhe o seu lugar de relevo na história, em particular na história das ideias políticas.

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