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Commentaire Sur L'Ouvrage De Filangieri

de Benjamin Constant
idioma: francês
Editor: BELLES LETTRES, março de 2004 ‧
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« Pour la pensée, pour l'éducation, pour l'industrie, la devise des gouvernements doit être laissez faire et laissez passer » : cette sentence finale du Commentaire sur l'ouvrage de Filangieri résume on ne peut mieux l'esprit de radicalité libérale qui en imprègne tout le propos. Paru en 1822-24 et curieusement jamais republié depuis en France, ce texte fondamental et néanmoins trop méconnu de Benjamin Constant prend prétexte d'une lecture critique du livre du juriste italien Gaëtano Filangieri, La Science de la législation (1780), pour procéder, comme l'a pertinemment noté l'un de ses meilleurs biographes, à « l'exposé le plus hardi et le plus complet de sa doctrine », au sujet de l'économie, de la justice sociale, du droit pénal, de l'esclavage, de l'éducation ou de la religion. La force et la remarquable originalité de ses développements théoriques pointant de manière prémonitoire les dangers d'une montée croissante du « despotisme législatif » font de ce Commentaire un ouvrage majeur de Constant, indispensable à la meilleure connaissance non édulcorée d'une pensée dont la place éminente dans l'histoire des idées ne cesse de se confirmer.

Commentaire Sur L'Ouvrage De Filangieri

de Benjamin Constant

Propriedade Descrição
ISBN: 9782251390352
Editor: BELLES LETTRES
Data de Lançamento: março de 2004
Idioma: Francês
Páginas: 340
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Francês > Ensino e Educação > Ensino Técnico
EAN: 9782251390352

SOBRE O AUTOR

Benjamin Constant

Benjamin Constant nasceu em 1767, em Lausanne, na Suíça, numa família huguenote. Teve uma educação esmerada, por tutores privados e nas universidades de Erlangen, na Baviera, e na de Edimburgo. Ao longo da sua vida viria a morar em vários países, entre os quais a França, a Suíça, a Alemanha e a Grã-Bretanha.
Foi íntimo de Madame de Staël, mas também privou com outras grandes figuras do seu tempo, como os expoentes do romantismo alemão, Schiller, Goethe e os irmãos Schlegel.
Constant foi um elemento ativo da política francesa, seja como membro do Conselho de Estado, com Luís XVIII, ou como parlamentar, e foi dos primeiros pensadores a intitular-se liberal, advogando uma forma de organização social e política que ia beber ao constitucionalismo britânico.

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