Comboio para o Paquistão

de Khushwant Singh
Editor: Cavalo de Ferro, junho de 2007 ‧
Mano Majra é uma povoação numa zona remota de fronteira, onde sikhs e muçulmanos viveram juntos e em paz ao longo de séculos. Mas tudo muda quando um dia, no fim do Verão, aparece o "comboio fantasma". A sua carga silenciosa anuncia um período de sombras e de discórdia e traz consigo a ameaça da guerra à tranquilidade idílica da aldeia. A semente do ódio está lançada e Mano Majra não será mais a mesma. No entanto, é neste cenário ameaçador que irrompe na aldeia o namoro entre Jugga, um jovem sikh que passa a vida a entrar e sair da prisão local e de Nooran, a filha do mullah. Uma história de amor impossível que transcende tudo e todos, um «Romeu e Julieta» indiano.
Neste livro, que lançou o seu nome a nível internacional, Khushwant Singh serve-se da sua brilhante prosa para denunciar um dos mais esquecidos e sangrentos episódios da história da humanidade: o fim do colonialismo inglês na Índia e criação do novo estado do Paquistão. Uma história brutal com repercussões que duram ainda nos dias de hoje.

Comboio para o Paquistão

de Khushwant Singh

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896230500
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: junho de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 239 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896230500

SOBRE O AUTOR

Khushwant Singh

Khushwant Singh (n. 1915), adquiriu a sua fama como jornalista, investigador histórico e polemista, mas cedo começou a sua carreira literária da qual constam vários volumes de contos e três romances.
Tornou-se uma das figuras mais mediáticas da Índia, aparecendo frequentemente em vários órgãos de comunicação social. O rigor da sua investigação e a justeza dos seus pontos de vista levaram-no, a convite de várias Universidades, a proferir inúmeras conferências e palestras sobre a Índia actual pelo mundo fora. Com os seus livros sobre a história dos conflitos entre sikhs e hindus provocou a cólera dos líderes de ambas as seitas e viu serem-lhe colocadas duas sentenças de morte sobre a cabeça. Seja como for Khushwant Singh não deixou de publicar e continuou o seu trabalho de denúncia dos desiquilíbrios sociais e religiosos do seu pais. Só no final dos anos oitenta, devido ao maior número de perseguidores e à sua já provecta idade, foi forçado a partir para paradeiro desconhecido. A sua autobiografia e as suas crónicas e textos jornalisticos são brilhantes documentos que retratam uma Índia em mutação, mas foi através da sua ficção que Singh se tornou conhecido a nível mundial. E como se orgulhava de dizer "o último escritor indiano a escrever na Índia para os indianos e não só".

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