Climate Change And Africa

de Low
idioma: inglês
Editor: CAMBRIDGE UNIVERSITY PRESS, agosto de 2005 ‧
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At the beginning of the twenty-first century, no environmental issue is of such truly global magnitude as the issue of climate change. The poorer, developing countries are the least equipped to adapt to the potential effects of climate change, although most of them have played an insignificant role in causing it. African countries are amongst the poorest of the developing countries. This book presents the issues of most relevance to Africa, such as past and present climate, desertification, biomass burning and its implications for atmospheric chemistry and climate, energy generation, sea-level rise, ENSO-induced drought and flood, adaptation, disaster risk reduction, the UNFCCC and Kyoto Protocol (especially the Clean Development Mechanism), capacity-building, and sustainable development. It provides a comprehensive and up-to-date review of these and many other issues, with chapters by the leading experts from a range of disciplines. Climate Change and Africa will prove to be an invaluable reference for all researchers and policy makers with an interest in climate change and Africa.

Climate Change And Africa

de Low

Propriedade Descrição
ISBN: 9780521836340
Editor: CAMBRIDGE UNIVERSITY PRESS
Data de Lançamento: agosto de 2005
Idioma: Inglês
Encadernação: Capa dura
Páginas: 412
Tipo de produto: Livro
Coleção: Cambridge World Archaeology
Classificação Temática: Livros em Inglês > Ciências Exatas e Naturais > Meteorologia
EAN: 9780521836340

SOBRE O AUTOR

Low

Low foi uma banda formada em 1993 em Duluth, Minnesota, pelos músicos Alan Sparhawk (guitarra e voz) e Mimi Parker (bateria e voz), mais tarde acompanhados por diferentes baixistas ao longo da carreira, com Steve Garrington a ser o mais duradouro. Desde o início, o grupo destacou-se pela sua abordagem minimalista e contemplativa, que viria a ser associada ao termo slowcore.

O álbum de estreia, I Could Live in Hope (1994), produzido por Kramer, estabeleceu a estética característica da banda: canções lentas, arranjos reduzidos ao essencial, e uma intensidade emocional construída na delicadeza em vez da força. Esse registo discreto, mas profundamente expressivo, distinguiu Low da explosão do rock alternativo dos anos 90, conquistando um público fiel e crítico atento.

Ao longo das décadas, a discografia da banda expandiu-se em direções subtis mas consistentes. Álbuns como Secret Name (1999), Things We Lost in the Fire (2001) e The Great Destroyer (2005) revelaram a capacidade de Low para manter a sua essência ao mesmo tempo que incorporavam novas texturas, desde arranjos orquestrais até guitarras mais distorcidas.

Nos anos 2010, o grupo renovou a sua sonoridade com trabalhos como C’mon (2011) e Ones and Sixes (2015), mas foi com Double Negative (2018) que Low atingiu um ponto de reinvenção radical. O disco apresentou uma estética fragmentada, quase abstrata, onde as vozes de Sparhawk e Parker surgem como faróis de humanidade em meio a ruídos digitais e paisagens distorcidas. Em 2021, Hey What deu continuidade a essa linha, sendo amplamente aclamado como uma das suas obras-primas.

Para além da música, Low sempre se destacou pela harmonia vocal de Alan e Mimi, casal dentro e fora do palco, cuja cumplicidade emocional era central para a identidade da banda. A morte de Mimi Parker em 2022, vítima de cancro, marcou um fim inevitável para o grupo, deixando um legado de quase três décadas de criação musical singular.

Low permanece como uma das bandas mais importantes da música alternativa norte-americana, referência incontornável para o slowcore e para todos os que acreditam no poder da delicadeza, do silêncio e da vulnerabilidade como forças artísticas transformadoras.

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