Claros Del Bosque

de Maria Zambrano
idioma: espanhol
Editor: Alianza Editorial, fevereiro de 2019 ‧
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" Claros del bosque " (1977) es todo un monumento filosófico-poético, uno de los libros fundamentales de la historia reciente del pensamiento. En él, María Zambrano (1904-1991) sumerge al lector en un sentir primigenio, anterior a todo tiempo, al que el temible Cronos no tiene acceso y donde se recobra un paraíso perdido, una visión primordial. Es en este no-lugar al que Zambrano accede para no sentirse desterrada, exiliada; es en él donde todos podemos recuperar una siempre añorada unidad primigenia. La pensadora malagueña propone así una regresión originaria en la que la filosofía, la poesía, la música y la mística nos indican el camino para recordar «el Sentir», para rescatar «a las cosas y a los seres de la confusión». Introducción de Joaquín Verdú de Gregorio. [Esta edición reproduce la fijación del texto que hizo Mercedes Gómez Blesa en el Tomo I del Vol. IV de las OO.CC. de María Zambrano, 2018.]

Claros Del Bosque

de Maria Zambrano

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491813866
Editor: Alianza Editorial
Data de Lançamento: fevereiro de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 120 x 180 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788491813866

SOBRE O AUTOR

Maria Zambrano

María Zambrano nasceu em Vélez-Málaga, em abril de 1904. Além de ter contactado com as grandes figuras do seu país, desde Ortega y Gasset a Antonio Machado, esteve na primeira linha dos acontecimentos importantes do seu país.
Tomou partido e envolveu-se social, política e culturalmente. Foi radical e coerente nas suas convicções. Viajou durante quase toda a vida, juntando ao saber literário e escolar a enorme vivência social e de viajante incansável.
Em Zambrano é muito nítida a distinção entre a sua opção política de republicana, vermelha, lutadora, que a levará a regressar ao seu país no momento mais agudo de crise, e a sua opção estética ferozmente individual e descomprometida de qualquer veleidade jadnovista. Recorde-se que Zambrano regressou já em idade avançada a Espanha depois de anos de exílio. Cresceu, então, o enorme reconhecimento pela sua obra. Quando o rei de Espanha se dirigiu a sua casa para a conhecer, ia principalmente render-lhe a admiração e o respeito de toda a Espanha.

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