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Cinema Tivoli - Memórias da Avenida
Editor:
Building Ideas, abril de 2024 ‧
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SINOPSE
Cinema Tivoli - Memórias da Avenida, é dedicado ao Cinema Tivoli, local de fortíssima carga afectiva para múltiplas gerações de lisboetas e que comemora em 2024 100 anos de existência. Esta obra abarca cinco décadas, os anos em que a família Lima Mayer geriu esta sala de espectáculos da Avenida da Liberdade e que foi, sob a direcção de Frederico de Lima Mayer e depois de Augusto, seu filho, um dos grandes centros culturais da cidade de Lisboa atraindo à nossa cidade durante mais de cinquenta anos os grandes nomes da Música, do Teatro, do Ballet e da Dança, além de acompanhar toda a vida da história do Cinema, desde o cinema mudo, todo um mundo que alimenta os sonhos.
O Cinema Tivoli, tão importante no panorama sociocultural de Lisboa, foi a primeira e mais constante elegante sala de Lisboa feita propositadamente para o Cinema, procurando exibir espectáculos de grande qualidade artística. Se o cinema, desde a sua criação em 1924, ainda como Cinema Mudo, acompanhado de orquestra de cordas, foi o que mais habitualmente terá sido esta sala polivalente, a Música, o Teatro e a Dança que aí também se apresentaram trouxeram a Lisboa grandes referências internacionais.
Com um espólio amplo de imagens não publicadas pertencentes à família Mayer, testemunhos variados e textos de fundo de vários autores reconhecidos nas respectivas áreas (desde o cinema à música, passando pelo teatro e pela dança, sem esquecer a peça magnífica de arquitectura que o próprio edifício representa, da autoria de Raul Lino e a inserção do mesmo no espírito da Avenida), o livro é uma edição de luxo na forma e no conteúdo.
A lista no campo da música é extensíssima e abarca nomes notabilíssimos como Stravinsky, os grandes violinistas Szigeti, Heifetz, Menuhin, Oistrak e pianistas como Rubinstein ou Richter, sem esquecer grandes orquestras e famosos maestros (Bohm, Von Karajan, só para citar dois deles).
O teatro - desde a iniciativa vanguardista do Teatro Novo de António Ferro, mas também trazendo as melhores companhias francesas e inglesas e outras, e a dança com Alicia Markova, Béjart, Merce Cunningham, e muitos mais - não ficaram atrás. Agente cultural de peso formando gerações (basta relembrar os concertos da Juventude Musical Portuguesa ou as chamadas Terças-Feiras Clássicas), o Tivoli colaborou activamente com a Sociedade de Concertos de Lisboa com Pedro de Freitas Branco e a Marquesa de Cadaval organizando, antes da inauguração da sua sede, perto de 100 concertos da então recentemente criada orquestra e coro Gulbenkian. Aqui nasce o Concurso Internacional Vianna da Motta… por aqui passaram e deram os primeiros passos, grandes vultos da música portuguesa…
É tal a rica história do Tivoli, que se pode dizer ter sido um verdadeiro centro cultural; são muitas as memórias que o Tivoli desperta, e é a alma desse lugar que este livro pretende convocar e devolver à cidade, através de Duarte de Lima Mayer e João Monteiro Rodrigues.
O Cinema Tivoli, tão importante no panorama sociocultural de Lisboa, foi a primeira e mais constante elegante sala de Lisboa feita propositadamente para o Cinema, procurando exibir espectáculos de grande qualidade artística. Se o cinema, desde a sua criação em 1924, ainda como Cinema Mudo, acompanhado de orquestra de cordas, foi o que mais habitualmente terá sido esta sala polivalente, a Música, o Teatro e a Dança que aí também se apresentaram trouxeram a Lisboa grandes referências internacionais.
Com um espólio amplo de imagens não publicadas pertencentes à família Mayer, testemunhos variados e textos de fundo de vários autores reconhecidos nas respectivas áreas (desde o cinema à música, passando pelo teatro e pela dança, sem esquecer a peça magnífica de arquitectura que o próprio edifício representa, da autoria de Raul Lino e a inserção do mesmo no espírito da Avenida), o livro é uma edição de luxo na forma e no conteúdo.
A lista no campo da música é extensíssima e abarca nomes notabilíssimos como Stravinsky, os grandes violinistas Szigeti, Heifetz, Menuhin, Oistrak e pianistas como Rubinstein ou Richter, sem esquecer grandes orquestras e famosos maestros (Bohm, Von Karajan, só para citar dois deles).
O teatro - desde a iniciativa vanguardista do Teatro Novo de António Ferro, mas também trazendo as melhores companhias francesas e inglesas e outras, e a dança com Alicia Markova, Béjart, Merce Cunningham, e muitos mais - não ficaram atrás. Agente cultural de peso formando gerações (basta relembrar os concertos da Juventude Musical Portuguesa ou as chamadas Terças-Feiras Clássicas), o Tivoli colaborou activamente com a Sociedade de Concertos de Lisboa com Pedro de Freitas Branco e a Marquesa de Cadaval organizando, antes da inauguração da sua sede, perto de 100 concertos da então recentemente criada orquestra e coro Gulbenkian. Aqui nasce o Concurso Internacional Vianna da Motta… por aqui passaram e deram os primeiros passos, grandes vultos da música portuguesa…
É tal a rica história do Tivoli, que se pode dizer ter sido um verdadeiro centro cultural; são muitas as memórias que o Tivoli desperta, e é a alma desse lugar que este livro pretende convocar e devolver à cidade, através de Duarte de Lima Mayer e João Monteiro Rodrigues.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899974302 |
| Editor: | Building Ideas |
| Data de Lançamento: | abril de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 329 x 237 x 39 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 296 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789899974302 |
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