Cidade Participada: Arquitectura e Democracia - 5
Operações SAAL - Lisboa
Editor:
Tinta da China, maio de 2024 ‧
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SINOPSE
O novo volume da colecção dedicada às Operações SAAL é sobre os projectos de Lisboa. «Lisboa transbordava. Transbordava para os concelhos limítrofes, a braços com um crescimento exponencial da população residente a partir do final dos anos 50; e transbordava igualmente para as ‘traseiras’ da cidade consolidada, pela multiplicação dos núcleos de barracas e habitação degradada nos seus interstícios.
Se aceitarmos como fiáveis os Censos, em 1970 Lisboa acolhia mais de 12 700 barracas, onde residiam perto de 50 mil pessoas. […] Nos bairros degradados, incrustados no tecido da cidade, surgiram as primeiras acções políticas dos moradores pobres no 25 de Abril de 1974.
Num primeiro momento, essas populações protagonizaram uma onda de ocupações logo nos dias que se seguiram ao golpe, que se repetiram no Outono de 1974 e ao longo de 1975. Num segundo momento, os moradores pobres de Lisboa deram corpo a um amplo movimento social urbano que se mobilizou em torno da questão habitacional até finais de 1975.
A questão habitacional vai ser um elemento central da agitação e reivindicação do período entre 1974 e 1976, numa dinâmica política que marca o intervalo de tempo que se estende de Abril de 1974 à aprovação da Constituição democrática, em Abril de 1976 — dentro e fora das instituições desse tempo.» — Ana Drago, O SAAL na Lisboa revolucionária Operações SAAL: Uma experiência urbanística e social única do pós-25 de Abril.
Depois dos volumes dedicados a Oeiras, S. Victor, Antas e Algarve, a colecção «Cidade Participada: Arquitectura e Democracia» continua a registar de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências do grande projecto de habitação democrática do país, que nasceu com o 25 de Abril de 1974.
Se aceitarmos como fiáveis os Censos, em 1970 Lisboa acolhia mais de 12 700 barracas, onde residiam perto de 50 mil pessoas. […] Nos bairros degradados, incrustados no tecido da cidade, surgiram as primeiras acções políticas dos moradores pobres no 25 de Abril de 1974.
Num primeiro momento, essas populações protagonizaram uma onda de ocupações logo nos dias que se seguiram ao golpe, que se repetiram no Outono de 1974 e ao longo de 1975. Num segundo momento, os moradores pobres de Lisboa deram corpo a um amplo movimento social urbano que se mobilizou em torno da questão habitacional até finais de 1975.
A questão habitacional vai ser um elemento central da agitação e reivindicação do período entre 1974 e 1976, numa dinâmica política que marca o intervalo de tempo que se estende de Abril de 1974 à aprovação da Constituição democrática, em Abril de 1976 — dentro e fora das instituições desse tempo.» — Ana Drago, O SAAL na Lisboa revolucionária Operações SAAL: Uma experiência urbanística e social única do pós-25 de Abril.
Depois dos volumes dedicados a Oeiras, S. Victor, Antas e Algarve, a colecção «Cidade Participada: Arquitectura e Democracia» continua a registar de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências do grande projecto de habitação democrática do país, que nasceu com o 25 de Abril de 1974.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896718176 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | maio de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 173 x 205 x 24 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 312 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Operações SAAL |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789896718176 |
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