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Cerco ao Parlamento

Quando a Assembleia Constituinte e a Democracia foram tomadas de assalto

de Isabel Nery
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, outubro de 2023 ‧
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Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa.

No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas.

Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.

Cerco ao Parlamento

Quando a Assembleia Constituinte e a Democracia foram tomadas de assalto

de Isabel Nery

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722079068
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 238 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789722079068

Muito bom, de leitura obrigatória.

NM

Um contributo muito importante para o conhecimento de um episódio importante da na nossa história democrática.

SOBRE O AUTOR

Isabel Nery

Isabel Nery é jornalista, ensaísta e autora de várias obras de não-ficção, como a biografia Sophia de Mello Breyner (2019, 3ª edição), Chorei de Véspera – Ensaio sobre a Morte por Amor à Vida (2016), As Prisioneiras – Mães Atrás das Grades (2012) e Política e Jornais – Encontros Mediáticos (2004). Doutorada em Ciências da Comunicação, com tese sobre Jornalismo Literário e Neurociências, foi também vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas e é membro do comité executivo do projeto Literacia para os Media e Jornalismo. Dois dos seus livros foram adaptados para curtas-metragens pela realizadora Margarida Madeira (Os Prisioneiros, Cinema São Jorge, 2015 e Ensaio Sobre a Morte, Cinema Ideal, 2019). Também a reportagem Vida Interrompida (2011) conheceu um novo formato ao percorrer o país como exposição itinerante. Enquanto jornalista mantém colaboração com publicações internacionais, como o jornal holandês De Correspondent. Passou pela televisão, diários e semanários, tendo trabalhado quinze anos (até 2017) na revista VISÃO, onde escreveu para as secções de Sociedade, Internacional e Política. Fez parte da equipa que criou a VISÃO Júnior, revista de que foi editora. A curiosidade pelo outro levou-a a estudar na Alemanha ainda adolescente, e mais tarde em Espanha e nos EUA. A mesma curiosidade conduziu-a ao jornalismo, depois da licenciatura em Relações Internacionais e do mestrado em Comunicação, tendo sido coordenadora do núcleo de investigação em Jornalismo e Literatura no Clepul, centro de investigação da Faculdade de Letras de Lisboa. Enquanto investigadora, publica ensaios na área do Jornalismo e apresenta comunicações em várias instituições portuguesas e estrangeiras, entre elas a Universidade de Harvard e o King's College, Canadá. Foi distinguida com vários prémios, entre eles o Prémio Mulher Reportagem Maria Lamas, o Prémio Jornalismo pela Tolerância, o Prémio Paridade Mulheres e Homens na Comunicação Social, e o Prémio Jornalismo e Integração, da UNESCO.

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