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Centralidade do Real

Onze arquitetos, onze textos, onze projetos improváveis

de Alexandre Alves Costa
Editor: Edarq, maio de 2019 ‧
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«… por isso a centralidade do real, implica, hoje, contaminação, ausência de unidade, simultaneidade do sim e do não, sobreposição de camadas contraditórias, permanente, alargada e dispersa aquisição cultural, fora da disciplina.»
Alexandre Alves Costa

Centralidade do Real

Onze arquitetos, onze textos, onze projetos improváveis

de Alexandre Alves Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899943261
Editor: Edarq
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 169 x 249 x 25 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Arquitetura
EAN: 9789899943261

SOBRE O AUTOR

Alexandre Alves Costa

Arquiteto português, Alexandre Vieira Pinto Alves Costa nasceu em 1939, no Porto, e licenciou-se em Arquitetura na ESBAP - Escola Superior de Belas-Artes do Porto, em 1966. Após ter estagiado no LNEC - Laboratório Nacional de Engenharia Civil, dedicou-se, a partir de 1970, à sua carreira como profissional liberal. Desenvolve desde 1972 a sua atividade como docente na ESBAP, nas cadeiras de Projeto e História da Arquitetura, tornando-se Professor Catedrático da FAUP - Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, em 1996, tendo sido membro da Comissão Instaladora desta faculdade como presidente do Conselho Diretivo. Faz igualmente parte da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra desde 1991. Participou em vários cursos, seminários, mesas-redondas e conferências em Portugal, Espanha, Itália, França, Holanda, Angola, Brasil e Canadá, com principal incidência em temas relacionados com o Ensino e a História da Arquitetura. Dedica grande parte do seu tempo à docência e à investigação no campo da História e Teoria da Arquitetura, originando que grande parte da sua obra seja realizada em coautoria com vários arquitetos, no qual se destacam Sérgio Fernandez e Camilo Cortesão. Entre 1974 e 1976, colabora na Comissão Coordenadora do SAAL/Norte (Serviço Ambulatório de Apoio Local), sendo responsável pelo setor de Planeamento e Apoio ao Projeto. O SAAL constitui um projeto, levado a cabo no pós-25 de abril, que apoiava, através de comissões formadas por equipas pluridisciplinares (arquitetos, sociólogos, entre outros) associações de moradores no intuito de melhorar as suas condições de habitabilidade, procurando a autoconstrução, dada a escassez de recursos, dando particular atenção às referências e necessidades de cada grupo de pessoas. Herdeiro do legado de Carlos Ramos e da sua influência na reformulação do ensino da Arquitetura, compõe juntamente com Fernando Távora e Siza Vieira, entre outros, alguns dos princípios definidores da chamada "Escola do Porto". Algumas das suas principais obras são: edifício habitacional em Massarelos, Porto (1971-1974); casa unifamiliar, Caminha (1973); Centro Social, Baião (1977-1982); jardim infantil, Moledo (1985); casa unifamiliar, Moledo (1988); escolas de Ciências e Ciências Sociais da Universidade do Minho, Guimarães; Projeto de Requalificação da Baixa Portuense, Zona Leste B, Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura.

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