Catolicismo, Tradição e Progresso

Na segunda metade de oitocentos (1850-1910)

Editor: Universidade Católica Portuguesa - Porto, fevereiro de 2018 ‧
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Contrariando a tradição do séc. XIX, um pensador tão importante como J. Habermas advogou, recentemente, por uma tensão dinâmica entre fé e razão, entre filosofia e religião, tensão dinâmica que é necessário cultivar nas sociedades crescentemente secularizadas de tradição cristã.

Ele retomou esse tema em 2004, no colóquio académico com o cardeal Ratzinger, na Academia Católica da Baviera, em Munique. Aí Habermas defendeu que, sob as condições de secularização do saber, de um poder estatal neutro e de uma liberdade religiosa generalizada, "toda a Religião deve renunciar à pretensão de estruturar uma forma de vida em sua totalidade", mas que, por outro lado, "a neutralidade cosmovisiva do poder estatal, que garanta a todo o cidadão as mesmas liberdades éticas, é incompatível com a generalização política de uma visão secularizada do mundo".

Ora o fundamento racional destas últimas exigências baseia--se em que as grandes religiões universais estão na origem da genealogia da razão: "A filosofia tem razões para situar-se frente às tradições religiosas na disposição de aprender", já que estas últimas, e concretamente o Cristianismo, pertencem às origens da genealogia da razão.

Catolicismo, Tradição e Progresso

Na segunda metade de oitocentos (1850-1910)

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898835307
Editor: Universidade Católica Portuguesa - Porto
Data de Lançamento: fevereiro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 164 x 231 x 50 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 778
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca Humanística e Teológica
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789898835307

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