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Cartilha Paternal ou Arte de Leitura para as Periferias

de Francisco Keil do Amaral
Editor: Caleidoscópio, outubro de 2018 ‧
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A partir de uma homenagem do Autor à primeira edição da Cartilha Maternal de João de Deus, procura-se que este consagrado método de aprendizagem possa tocar hoje, também, os corações de Arquitectos, Urbanistas, Promotores, Autarcas e ofícios correlativos.

Cartilha Paternal ou Arte de Leitura para as Periferias

de Francisco Keil do Amaral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896585198
Editor: Caleidoscópio
Data de Lançamento: outubro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 212 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Arquitetura
EAN: 9789896585198

SOBRE O AUTOR

Francisco Keil do Amaral

Francisco Keil do Amaral nasceu em Lisboa em 1910. Licenciado em Arquitetura pela EBAL em 1934, a sua obra revelou plena consciência moderna e distanciou-se desde cedo das oscilações entre nacionalismo e modernismo, procurando uma terceira via que combinasse valores de genuinidade e a modernidade.
Após ter vencido o concurso do Pavilhão Português da Feira Internacional de Paris (1937), integrou a Câmara Municipal de Lisboa onde teve a seu cargo os projetos do Parque Florestal de Monsanto, do Parque Eduardo VII e da Alameda do Campo Grande. Foi autor de diversas obras e projetos como a Feira Internacional Portuguesa, estações do Metropolitano de Lisboa e o Estádio de Bagdad.
A sua carreira como arquiteto foi marcada pelo seu envolvimento crítico e pelos seus esforços cívicos dentro da profissão de arquitetura.
Lançou a ideia de um Inquérito à Arquitetura Regional Portuguesa, iniciativa que viria a ser desenvolvida no final dos anos 1950 pelo Sindicato Nacional dos Arquitetos. Opositor do regime ditatorial português, envolveu-se em atividades sindicais e políticas.
Publicou diversos ensaios como Arquitectura e a Vida Lisboa (1942), O Problema da Habitação (1945) e Lisboa, uma Cidade em Transformação (1969).
Foi galardoado com o Prémio Municipal de Arquitetura de Lisboa (1951), Prémio Diário de Notícias (1960) e o Prémio Valmor (1962).
É Membro Honorário da Ordem dos Arquitetos desde 2003.
Faleceu em Lisboa em 1975.

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