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Cartas Inglesas

de Karel Capek
idioma: espanhol
Editor: Editorial Renacimiento, novembro de 2014 ‧
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Karel Capek (1890-1938) es uno de los escritores checos más importantes del siglo XX y puede considerársele uno de los fundadores de la moderna ciencia ficción gracias a obras como La fábrica del absoluto, R.U.R. (Robots Universales Rossum) o La guerra de las salamandras, bien conocidas entre nosotros. Fue también fotógrafo, dibujante y tipógrafo e incluso editor (junto con su hermano Josef). Publicó también cinco libros de viajes, entre ellos estas Cartas inglesas que nunca hasta el momento habían sido publicadas en España. Deliciosa y un tanto humorística visión de la Inglaterra de los años veinte, vienen acompañadas de unos muy sugerentes dibujos del propio autor.

Cartas Inglesas

de Karel Capek

Propriedade Descrição
ISBN: 9788484725305
Editor: Editorial Renacimiento
Data de Lançamento: novembro de 2014
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788484725305

SOBRE O AUTOR

Karel Capek

Karel Capek (Malé Svatonovice, 9 de janeiro de 1890 - Praga, 25 de dezembro de 1938). Novelista, dramaturgo e encenador checo. Conhecido pela sua peça realizada em 1921, R. U. R. (Rossum's Universal Robots), a mais famosa, onde inventou a palavra ROBOT. Escreveu ainda a sátira "Power and Glory" e o drama "The World We Live In". Formou-se na Universidade de Praga. Foi também editor do jornal de Praga e ensaísta político.
Karel Capek é considerado o maior autor checo da primeira metade do século XX. Foi o maior novelista da Checoslováquia e representante do seu espírito democrático. As suas peças de teatro estrearam na Broadway pouco tempo depois da sua estreia em Praga e os seus livros foram traduzidos em várias línguas. Os seus textos são marcados por uma escrita clara e apelativa, que o torna excecional.
Morreu no dezembro anterior ao início da Segunda Guerra Mundial. A sua morte resulta de um período de uma pneumonia originada por uma greve de fome e recusa de viver no seu país, depois dos aliados terem rejeitado ajuda à Checoslováquia para a proteger de Hitler. A Gestapo classificou-o como inimigo público n.º 2. Depois da guerra o trabalho de Capek foi relutantemente aceite pelo regime comunista checo, já que enquanto em vida Capek sempre se recusou a acreditar na utopia comunista, como alternativa à ameaça nazi.

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