Cartas De Amor

As heróides

de Ovídio
idioma: português, português do brasil
Editor: Landy, Janeiro de 2003 ‧
12,19€
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Ovídio dá voz às heroínas dos mitos, das fábulas e das epopéias clássicas. São cartas em que as heroínas expressam o arrebatamento amoroso de que estão possuídas, a pungência de seus sentimentos, suas queixas e abandono. Descrevem concomitantemente os momentos e acontecimentos que os dois vivenciaram. Bom exemplo disso é a carta de Penélope a Ulisses. Aflita ela lhe relata a longa espera do retorno dele de Troia, conta-lhe do ardil que teve de tramar para fugir aos seus pretendentes; ou a carta de Medéia na qual ela se queixa da pouca consideração de Jasão com ela, recorda-lhe os feitos na busca do velocino de ouro e a participação dela nessa busca.

Cartas De Amor

As heróides

de Ovídio

Propriedade Descrição
Editor: Landy
Data de Lançamento: Janeiro de 2003
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 113 x 209 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 273
Tipo de produto: Livro
Coleção: Alguidar
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788587731906

SOBRE O AUTOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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