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Cartas de Amílcar Cabral

de Filinto Elísio, Márcia Souto e Iva Cabral
Editor: Rosa de Porcelana Editora, março de 2016 ‧
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As cartas que o líder histórico das independências de Cabo Verde e Guiné Bissau, Amílcar Cabral, escreveu, durante mais de uma década, à sua mulher, foram reunidas neste livro.
Cartas de Amílcar Cabral a Maria Helena: a outra face do homem, uma publicação da editora da Rosa de Porcelana, reúne 53 cartas escritas por Amílcar Cabral a Maria Helena Vilhena Rodrigues, entre 1946 a 1960.
São cartas íntimas para aquela que foi, respetivamente no tempo, colega de curso, namorada, esposa e companheira de luta. Cartas de amor e/ou cartas com amor, ao mesmo tempo que, em linhas ou nas entrelinhas, se inferem os tempos históricos e os lugares.
Organizado pela filha de Amílcar Cabral Iva Cabral, e pelos editores Márcia Souto e Filinto Elísio, o livro integra, além das cartas, fotografias, poemas e notas.
Conta ainda com textos do ex-presidente da República de Cabo Verde, Pedro Pires; da professora Inocência Mata e do sociólogo Carlos Lopes.

Cartas de Amílcar Cabral

de Filinto Elísio, Márcia Souto e Iva Cabral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899940635
Editor: Rosa de Porcelana Editora
Data de Lançamento: março de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 218 x 305 x 31 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789899940635

AS CARTAS ERAM ASSIM

Luis Jorge

O retrato, auto retrato de um dos maiores pensadores africanos, da independência da humanidade de um continente que tentava libertar-se do colonialismo. Amilcar Cabral estudante portugês apaixonado pela libertação de Africa e por uma colega de curso. As "contradições compatíveis", aparentes, correspondem a essas duas paixões que não o deixaram até ter sido assassinado. Agradecimento eterno aos familiares deixarem estas intimidades ao nosso dispor. A revelação intima desses dois grandes amores da vida de um maiores pensadores da libertação de Africa, e de todos nós. Todos os que escreveram cartas quando só assim se podia comunicar a nossa intimidade devem "encontrar-se" em todas estas cartas. E que bom poder ler as copias fac-simile e entrar sem voyeurismos no amor pela humanidade.

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