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Caminhos de Liberdade

de José António Pinho
Editor: Âncora Editora, dezembro de 2012 ‧
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Em Caminhos de Liberdade, o autor narra uma história romanceada, baseada em factos reais desenrolados nos anos de 1959 e 1960.O Forte de Peniche, a prisão mais sinistra do fascismo de Salazar, é dado a conhecer por intermédio de dois jovens de 19 e 24 anos.

O drama de um deles, católico praticante, na envolvência do terrível sistema prisional, do seu relacionamento e confrontação com o Padre Bastos, dos amores com Cristina, as dúvidas, as interrogações e a convivência com a sua nova família comunista são descritos com palavras eloquentes, fortes e verdadeiramente desesperantes. O frio das paredes, das grades e dos apitos metálicos e a nostalgia do mar, ali tão perto, a serenidade e a magia da capela de Stª Bárbara envolverão todos os que lerem estas linhas. Igualmente, no conhecido Forte de Caxias, onde milhares de portugueses foram encarcerados e torturados, descreve os seus longos corredores cheios de trevas e de portas de ferro, o dia-a-dia de homens humilhados e sovados que, com as suas lutas e canções, não desistiram de lutar e de proclamar bem alto os seus ideais democráticos e libertadores. Todos os horrores vividos nestes antros tenebrosos do fascismo Salazarista são convertidos pelo autor em caminhos de esperança, camaradagem, amor e LIBERDADE.

Caminhos de Liberdade

de José António Pinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727803354
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 231 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Holograma
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727803354

SOBRE O AUTOR

José António Pinho

José António Pinho (Melo, concelho de Gouveia) esteve detido em várias prisões civis e militares durante o Estado Novo. Foi preso pela PIDE em 1959, tendo sido incorporado, três anos depois, no Serviço Militar.
Em 1963, por motivos políticos, cumpriu prisão na Casa de Reclusão Militar de Viseu. Dado como indesejável ao Exército Fascista de Salazar, foi enviado para o Presídio Militar do Forte da Graça, em Elvas, onde foi duramente punido ao trabalho forçado do barril. Em 1967, foi novamente preso pela PIDE, pela sua intervenção no movimento associativo.
Desenvolveu grande actividade política ao lado do escritor António Alçada Baptista, nas pseudo-eleições de 1969, apresentando-se, em 1973, nas listas do MDP-CDE como candidato pelo círculo de Castelo Branco à Assembleia Nacional. Foi militante do PCP entre 1958 e 1982.
Actualmente é dirigente e presidente de vários clubes e associações da Covilhã: Grupo Campos Melo, Clube Nacional de Montanhismo, Clube Desportivo da Covilhã e Sporting Clube da Covilhã. É co-fundador da Federação de Desportos de Inverno de Portugal, a qual presidiu de 2000 a 2008. É ainda membro da direcção da Rádio Clube da Covilhã e empresário na área dos combustíveis nesta cidade.

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