Calista, a Escultora Grega

Uma narrativa do século III

de John Henry Newman
Editor: Alêtheia Editores, outubro de 2010 ‧
Escrito por John Henry Newman em 1855, Calista, a Escultora Grega desenrola-se nos primórdios do Cristianismo, no nordeste do continente africano, perto de Cartago, cerca do ano 250 DC, durante o reinado do Imperador Decius.
A encantadora e talentosa jovem grega Calista, juntamente com o seu irmão Aristo, aplica as suas artes na loja de Jucundus, na pequena cidade de província Sicca, decorando imagens pagãs de deuses, ídolos e outros itens de adoração. Calista sente o vazio e a inoperância do mundo romano e até do mundo grego de moralidade e filosofia, e nunca acreditou nos seus deuses. É por isso tentada pela beleza do Cristianismo pelo sobrinho de Juccundus que tenta persuadi-la a casar com ele. Será, no entanto, o bispo de Cartago, S. Cipriano, e S. Lucas, cujo evengelho o primeiro lhe dá a ler quando é atirada para a prisão falsamente acusada de ser cristã, que a converterá definitivamente. Calista acaba por ser baptizada numa cerimónia na prisão, vindo a ser brutalmente martirizada pouco depois.

Calista, a Escultora Grega

Uma narrativa do século III

de John Henry Newman

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896223151
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: outubro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 218 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896223151

SOBRE O AUTOR

John Henry Newman

John Henry Newman, CO nasceu em Londres, a 21 de fevereiro de 1801, e faleceu em Edgbaston, a 11 de agosto de 1890. Foi um sacerdote anglicano inglês convertido ao catolicismo, posteriormente nomeado cardeal pelo Papa Leão XIII em 1879. Foi beatificado no dia 19 de setembro de 2010 pelo Papa Bento XVI e posteriormente canonizado pelo Papa Francisco, no dia 13 de outubro de 2019.
Estudou no Trinity College de Oxford (1816) e no Oriel College (1822) e foi ordenado sacerdote da Igreja Anglicana. Tornou-se mais tarde num dos líderes do "Movimento de Oxford". Considerava o anglicanismo do seu tempo excessivamente protestante e laicizado e considerava o catolicismo corrompido em relação às origens do Cristianismo. Procurou uma "via média" entre os dois, e, pesquisando sobre os primórdios da Igreja Católica e do Cristianismo em geral, acabou por se converter ao catolicismo.
Depois da sua conversão ao catolicismo (1845), foi ordenado sacerdote da Igreja Católica em Roma (1847), abriu e dirigiu em Birmingham um oratório de São Filipe Néri e foi ainda reitor da Universidade Católica da Irlanda (1854).

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