Cais do Sodré
Das tavernas de marinheiros à revolução Jamaica e Tokyo
Editor:
Tinta da China, Janeiro de 2026 ‧
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SINOPSE
Nascido fora das muralhas de Lisboa, em bairros de operários navais, marinheiros, mercadores e muita gente suspeita, o Cais do Sodré foi sempre uma espécie de cidade livre dentro da cidade. Um dos modos de o narrar é entrar na sua noite. Nela descodificam-se as marginalidades e identificam-se mutações sociais, hedonísticas, culturais e políticas, todas conectadas, que continuam a fazer do Sodré um lugar único.
Esta é uma obra de história, tão concisa quanto fragmentária, porque o Cais é um caleidoscópio desde o começo. Como chegou ao estatuto infame de *red light district*? Como se rejuvenesceu nos anos 1980-90? Como alcançou o sucesso turístico no século XXI?
A verdade é que, ainda hoje, o Sodré não pára de se reinventar.
Um livro de João Macdonald (coordenação e texto), Guiomar Belo Marques (texto), Carlos Machete Ramadinha (produção) e Luís Carlos Amaro (design).
Esta é uma obra de história, tão concisa quanto fragmentária, porque o Cais é um caleidoscópio desde o começo. Como chegou ao estatuto infame de *red light district*? Como se rejuvenesceu nos anos 1980-90? Como alcançou o sucesso turístico no século XXI?
A verdade é que, ainda hoje, o Sodré não pára de se reinventar.
Um livro de João Macdonald (coordenação e texto), Guiomar Belo Marques (texto), Carlos Machete Ramadinha (produção) e Luís Carlos Amaro (design).
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895950010 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 165 x 232 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 200 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789895950010 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Ai Cais do Sodré!
Hugo Rodrigues
Cais do Sodré é uma verdadeira homenagem a um dos lugares mais icónicos de Lisboa. O livro capta na perfeição a energia, a mistura de pessoas, a alma boémia do bairro, o som dos elétricos, a brisa do Tejo e ver o movimento constante das ruas. É uma leitura envolvente que transforma o Cais do Sodré não só em cenário, mas numa personagem viva da história.
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