Cafés do Porto
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Book Cover Editora, novembro de 2021 ‧
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SINOPSE
«O Café, mais do que a Enciclopédia, fomentou a grande revolução.»
Eça de Queiroz
Segundo a tradição, o café terá vindo da Etiópia e do norte do Quénia, apesar de a palavra café ser de origem árabe, querendo dizer, segundo algumas fontes, falta de fome, como que reforçando o facto de ser uma autêntica bebida energética. Daí a reconhecer-se a bebida como um estimulante terá sido apenas um passo…
Podemos considerar como o período áureo dos cafés na Cidade Invicta o tempo que vai desde a terceira década do século XIX até aos finais dos anos 40 do século XX. O apogeu deu-se entre as décadas de 20 e 40 deste último século, com o aparecimento e ponto alto de cafés grandiosos como o Chave D’Ouro, Excelsior, Majestic, Sport, Astória, Guarany, Imperial, Suisso, Monumental, Palladium, Avenida, Rialto e Aviz, espaços ainda hoje recordados com enlevo pelas gerações mais velhas, que talvez não sabendo, na altura, eram afinal bem felizes ali.
A partir da década de 50, os cafés já não são tão luxuosos, tão imponentes; ainda assim, alguns deles marcaram o seu tempo e deixaram uma impressão indelével aos que os frequentaram. Falamos de cafés como o Estrela, o Embaixador e o Aviz, talvez os mais relevantes nascidos nessa época…
«Haviam cafés, como o Ceuta,
onde se encontravam os intelectuais;
o Imperial, onde se faziam negócios;
A Brasileira, onde se fazia política
e que era conhecido por
a República mais pequena do mundo.»
Agustina Bessa-Luís
Eça de Queiroz
Segundo a tradição, o café terá vindo da Etiópia e do norte do Quénia, apesar de a palavra café ser de origem árabe, querendo dizer, segundo algumas fontes, falta de fome, como que reforçando o facto de ser uma autêntica bebida energética. Daí a reconhecer-se a bebida como um estimulante terá sido apenas um passo…
Podemos considerar como o período áureo dos cafés na Cidade Invicta o tempo que vai desde a terceira década do século XIX até aos finais dos anos 40 do século XX. O apogeu deu-se entre as décadas de 20 e 40 deste último século, com o aparecimento e ponto alto de cafés grandiosos como o Chave D’Ouro, Excelsior, Majestic, Sport, Astória, Guarany, Imperial, Suisso, Monumental, Palladium, Avenida, Rialto e Aviz, espaços ainda hoje recordados com enlevo pelas gerações mais velhas, que talvez não sabendo, na altura, eram afinal bem felizes ali.
A partir da década de 50, os cafés já não são tão luxuosos, tão imponentes; ainda assim, alguns deles marcaram o seu tempo e deixaram uma impressão indelével aos que os frequentaram. Falamos de cafés como o Estrela, o Embaixador e o Aviz, talvez os mais relevantes nascidos nessa época…
«Haviam cafés, como o Ceuta,
onde se encontravam os intelectuais;
o Imperial, onde se faziam negócios;
A Brasileira, onde se fazia política
e que era conhecido por
a República mais pequena do mundo.»
Agustina Bessa-Luís
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899067455 |
| Editor: | Book Cover Editora |
| Data de Lançamento: | novembro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 141 x 211 x 24 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 352 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789899067455 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Uma viagem no tempo
FGL
Um livro que nos transporta pelas ruas da cidade do Porto, fazendo um registo minucioso de lugares de culto da sociabilidade que desenha e define os portugueses que habitam e vivem o Porto.
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