Café-Da-Manhã Dos Campeões

de Kurt Vonnegut
idioma: português, português do brasil
Editor: L PM, Janeiro de 2009 ‧
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Café-da-manhã dos campeões é um clássico de Kurt Vonnegut. Neste livro, um dos seus personagens favoritos e alter ego, Kilgore Trout - ele próprio escritor de ficção científica - descobre que um vendedor de carros do Meio-Oeste americano, Dwayne Hoover, socialmente normal, de quem até então se dizia que era "fabulosamente bem de vida", está levando a sua ficção ao pé da letra e perdendo a razão. O resultado é uma sátira ácida, engraçada e impiedosa, na qual Vonnegut reflete sobre a guerra, sexo, racismo, sucesso, política e poluição, e recicla o modo de olhar para a realidade das coisas. E, ao discorrer sobre os problemas do mundo, escreve para um público de extraterrestres, para quem a humanidade é completamente alienígena. Com a ajuda de seus soberbos desenhos, que explicam um pouco ao leitor como se passa a vida aqui na Terra, Vonnegut, tal como Virgílio faz com Dante em A divina comédia, conduz o leitor por um turbilhão de crítica e sátira.

Café-Da-Manhã Dos Campeões

de Kurt Vonnegut

Propriedade Descrição
ISBN: 9788525414700
Editor: L PM
Data de Lançamento: Janeiro de 2009
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 105 x 180 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 307
Tipo de produto: Livro
Coleção: L Pm Pocket
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788525414700

SOBRE O AUTOR

Kurt Vonnegut

Kurt Vonnegut (1922-2007) nasceu em Indianápolis, nos Estados Unidos, descendendo de emigrantes alemães que chegaram ao país no século XIX.
Por influência do pai, estudou Bioquímica na Universidade de Cornell, embora tivesse mais interesse nas Humanidades. Alistou-se no Exército em 1943.
Pouco depois do suicídio da mãe, foi enviado para a Europa, combatendo na Batalha das Ardenas.
O seu esquadrão acabou por ser dizimado pelas forças alemãs. Como prisioneiro de guerra, seguiu para Dresden, na Alemanha, onde viveu num matadouro e trabalhou numa fábrica alimentar.
Em 1952 publicou Player piano, o seu romance de estreia.
A crítica sentiu-se desconcertada, desde o começo, perante um escritor que não encaixava nos géneros mais canónicos nem nos estilos mais em voga.

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