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Caderneta de Cromos Contra-Ataca

de Nuno Markl; Ilustração: Patrícia Furtado
Editor: Objectiva, setembro de 2011 ‧
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A saga contínua no segundo livro da rubrica da Rádio Comercial, Caderneta de Cromos!
Ainda mais sexy e espectacular do que o primeiro volume, Caderneta de Cromo Contra-Ataca regressa aos anos 70 e 80 para falar da complexidade psicológica dos Pinypons e de como pareciam querer matar alguém; de como o Skeletor, o arqui-inimigo de He-Man não é claramente, o tipo de indivíduo a quem se pergunta as horas na rua; como agir quando um meliante nos pede para ver o Passe-Social; quem venceria no eterno duelo entre os Doutores Bayard e Bentes; quem eram, realmente, os Glutões do Presto; quão traumático foi o episódio de Uma Casa na Pradaria em que a filha mais velha acorda sem o dom da visão; porque parecia tão giro envergar peúgas brancas com raquetes; porque é que Duarte & Companhia foram tão importantes nas nossas vidas; o que raio significa a letra de Orinoco Flow de Enya e porque é que pode servir de tributo a todos os indivíduos que têm como nome Zé Luís; porque é que o Cartão Jovem era como o Santo Graal da garotada - e outro tipo de questões essenciais para quem cresceu numa época de péssimos cabelos mas belíssimas memórias. E bigodes.

Caderneta de Cromos Contra-Ataca

de Nuno Markl; Ilustração: Patrícia Furtado

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896721091
Editor: Objectiva
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 232 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Humor
EAN: 9789896721091

Compilação da rubrica radiofónica “Caderneta de Cromos”, que revisita os anos 70, 80 e 90 com humor e nostalgia

Isabel Maria Antunes Pinto da Fonseca Santana

O livro é uma continuação da famosa rubrica radiofónica “Caderneta de Cromos”, criada por Nuno Markl, reunindo vários textos humorísticos sobre a infância e juventude nas décadas de 70, 80 e início de 90. Ao longo do livro, o autor revisita brinquedos e figuras (como Pinypons ou personagens como Skeletor), séries e programas antigos, hábitos do dia a dia (como o uso do Passe Social ou o Cartão Jovem), músicas, modas e pequenos traumas da infância. Tudo isto é apresentado de forma cómica e exagerada, transformando memórias banais em histórias engraçadas e muitas vezes absurdas.

Novos capítulos da viagem no tempo às décadas de 70, 80 e 90

CF

Este livro é em quase tudo uma continuação do primeiro volume da Caderneta de Cromos, uma compilação das pequenas ou grandes coisas que nos alegravam ou nos preocupavam durante as infâncias de todos os nascidos na "Era Croma". Recomendo vivamente e particularmente este livro a todos os nascidos no ínicio da década de 80, tal como eu. Apesar do autor ter nascido no início da década de 70, grande parte dos "cromos" descritos referem-se à década mágica de 80. Para todos os outros nascidos fora da "Era Croma", tanto antes como depois dela, terão na mesma uma leitura bastante divertida e ilustrada, ao relembrar ou descobrir a história dos "Cromos" e os relatos autobiográficos do autor sobre estes.

Brilhante!

Vanda Maria Viana da Silva

É simplesmente brilhante a escrita aplicada nesta parte da caderneta, é como se estivesse a falar directamente connosco, e é claro que nós vamos soltando um " é verdade" pelo meio da leitura. É completamente recomendado a todos.

Regresso ao passado

José Luís Marques Esteves

Este livro, de uma forma ligeira, trás à memória factos, produtos, músicas, sentimentos vividos nos anos 80, alguns deles muito próximos da minha experiência pessoal, já que vivi a minha adolescência por ai. O modo bem disposto - sem deixar de ser acutilante - de Nuno Markl, aliado à sua sinceridade e coragem, fazem deste livro um "fresco" em cores vivas, do modo de vida de tantos portugueses que viveram nesta década. Recomendo, para uma leitura relaxada e relaxante, este livro

SOBRE O AUTOR

Nuno Markl

Nuno Markl nasceu em Lisboa, em 1971.
Na escola tentava contar coisas engraçadas para impedir que lhe batessem. Hoje continua a fazê-lo, mas isso não o impede de levar, de vez em quando.
É humorista, sendo o autor de rubricas radiofónicas como O Homem Que Mordeu o Cão e Caderneta de Cromos, na Rádio Comercial.
Co-escreveu Herman Enciclopédia, Paraíso Filmes, O Programa da Maria e Os Contemporâneos.
Foi ator no filme A Bela e o Paparazzo e já emprestou a sua voz a personagens de animação, na dobragem de filmes da Disney e da Dreamworks, como DivertidaMente e História de Uma Abelha.
Foi o criador da série 1986, da RTP1.
Vive na Parede com duas cadelas, Flor e Uva, que - suspeita-se-lhe segredam grande parte das ideias contidas em Páginas de Livros Infantis Rejeitadas.
Já conheceu pessoalmente Jerry Seinfeld, Terry Jones, Ben Stiller, Jack Black e Tony Ramos. Não ficou com o contacto de nenhum deles, no entanto. Nem eles com o dele.

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