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Breve Infinito

O cais anterior

de João Miranda
Editor: Âncora Editora, dezembro de 2024 ‧
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Duas personagens que afinal são quatro. Um homem que convive com o catraio que antes foi e uma mulher com a rapariga que um dia fora, ambos carreando para hoje reminiscências do passado. Cruzamo-nos com um retornado que vem a descobrir que é irmão do homem. O homem vive o sonho de escrever um livro para o qual não consegue encontrar um tema. E, nessa busca baldada de um assunto, depara-se, sem dar conta, com a vida toda, o maior dos temas.

Livro de solidões e de desalentos, livro de encontros e, neles, de consolos e de esperanças. Se alguém lesse o livro agora, diria, talvez, ao fechar a última página, que este texto remete para a dicotomia entre o passado e o presente, a realidade e o sonho, para as vivências do narrador e as suas ligações com as personagens. Poderia mesmo chamar-se vidas cruzadas. Ou simplesmente banais.

Breve Infinito

O cais anterior

de João Miranda

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727809721
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 232 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 218
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727809721

SOBRE O AUTOR

João Miranda

João Miranda nasceu em Coimbra em 1949. Considera-se, porém, natural de Oliveira do Hospital, onde estão os seus alicerces e os seus fundamentos. Passou os primeiros anos da infância e juventude de Herodes para Pilatos, ao sabor das diversas mudanças de Comarca do seu pai, magistrado. Jamais criou raízes em nenhum dos vários sítios, pelo País fora, onde foi vivendo. Em 1966 passou a residir em Lisboa, cidade com a qual nunca conseguiu entender-se. Frequentou, sem o terminar, o curso de Direito. Integrou a força militar que em 25 de Abril de 1974 tomou os estúdios da RTP ao Lumiar. Ainda antes do primeiro 1.º de Maio em Liberdade rumou ao Funchal, onde foi encontrar Américo Thomaz e Marcelo Caetano, então ali detidos, e cujos aposentos percorria diariamente como oficial de dia do Quartel-General local. Trabalhou nos Serviços Prisionais, tomando aí contacto com inúmeros casos pessoais e familiares de misérias e grandezas. A partir de 1990 trabalhou no Banco Comercial Português, de cujos quadros está atualmente reformado. Este é o seu primeiro livro.

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