Bolsa - A Chave do Sucesso

O ouro debaixo dos escombros

de Flávio Capuleto
Editor: Quidnovi, Janeiro de 2009 ‧
O ouro debaixo dos escombros. «Escrevi este livro com o propósito de incutir esperança em milhões de pessoas em todo o planeta. Nada está perdido. Sempre que uma porta se fecha nas nossas vidas, há sempre uma outra porta que se abre para nós. No "jogo" da Bolsa, não precisamos de conhecer truques sofisticados nem possuir qualquer mestrado para vencer o mercado. O medo e a ganância são dois inimigos que devemos contornar, e o melhor remédio para isso é "frieza" e paciência. Contudo, paciência não pode se confundir com hesitação. Porque há um Momento - o segredo do jogo consiste em aproveitar o Momento - em que temos de jogar tudo, e o nosso adversário não vai tolerar a nossa hesitação. O segredo é algo de infinito, de inesgotável. É intangível, mas podemos usá-lo em benefício próprio. Que nenhuma pessoa tenha de chorar um dia o preço do falhanço. Por isso, caro investidor, leia este livro com atenção, descubra o segredo do jogo e utilize a Chave do Sucesso. É indizível a alegria que irá desfrutar quando aprender a dominar as suas emoções, a vencer o mercado, e a exigir dele aquilo que lhe tiver pedido.»

Bolsa - A Chave do Sucesso

O ouro debaixo dos escombros

de Flávio Capuleto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896281083
Editor: Quidnovi
Data de Lançamento: Janeiro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 229 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Economia, Finanças e Contabilidade > Economia
Livros em Português > Gestão > Gestão e Organização
EAN: 9789896281083

SOBRE O AUTOR

Flávio Capuleto

É o mais novo romancista português: tem 71 anos e Inferno no Vaticano é o seu grande romance, a aposta da sua vida. Estudante vagabundo, autodidacta convicto, leu Romeu e Julieta aos 11 anos, o que explica a mudança do apelido para Capuleto.
Leu muito, viveu mais: de um escritório de advogados a soldado em Angola, passando por uma fábrica de malas de viagem, fez tudo até ser dono de um aviário de frangos. Fartou-se. Não queria frangos, queria livros. Começou por vendê-los, como distribuidor, às livrarias. Decidiu, agora, escrevê-los e é como se a sua vida começasse de novo.

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