Blade Runner - O Cinema como Fenomenologia
SINOPSE
CRÍTICAS
«Falar de fenomenologia a propósito de Blade Runner pode resultar obscuro e, talvez, artificial ou forçado. Por um lado, a designação fenomenologia aplica-se a um leque bastante amplo de abordagens filosóficas que não desenham um mesmo objecto intencional. Numa exposição crítica da vagueza que tal designação pode chegar a ter, em prejuízo da desejável acuidade de uma análise rigorosa, Ferencz-Flatz e Hanich (2016) alertam, porém, para que, apesar da verdadeira miscelânea de perspectivas ditas fenomenológicas, que apoiam inúmeras leituras, a via fenomenológica de abordagem do cinema, quer num sentido mais amplo, quer numa prática mais estrita, tem-se afirmado com intensidade nos últimos dois decénios. Surgidas quase ao mesmo tempo, ao terminar o século XIX, a fenomenologia e o cinema partilham uma história mútua (Ferencz-Flatz & Hanich, 2016: 14) e uma mesma orientação descritiva e crítica, cujo produto narrativo é susceptível de uma interpretação metódica (no que seria uma fenomenologia do filme), mas também de uma leitura filosoficamente inspirada (no que seria o filme como fenomenologia).
[…]
Na origem desta recolha estão os textos apresentados no Seminário Permanente de Fenomenologia dedicado à celebração, em 2022, do 40.º aniversário da estreia pública do filme de Ridley Scott, em 1982.»
Irene Borges-Duarte e Ângelo Milhano
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895681167 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | setembro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 145 x 203 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 236 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
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| EAN: | 9789895681167 |
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