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Biodiversidade Musealizada
Formas que comunicam
Editor:
Caleidoscópio, setembro de 2022 ‧
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SINOPSE
Neste livro é discutida a museografia de museus de história natural e, de forma mais ampliada, em museus científicos, como meio de registo de práticas científicas e museológicas.
A partir de detalhada revisão da literatura, fontes documentais e visitas técnicas a instituições europeias e latino-americanas foi construído um modelo teórico de padrões museográficos, ou seja, formas de expor acervos associadas ao design, textos e legendas, iluminação, audiovisual, multimédia e a relação do acervo e do visitante perante o discurso museológico.
Diante deste modelo, a autora partiu para uma pergunta que permitiu analisar exposições à luz dos padrões propostos: "é possível musealizar a biodiversidade?" O conceito biodiversidade foi selecionado dado que tem sido vastamente utilizado, tanto pela comunidade académica, como também pelos diferentes media, desde os anos de 1990 (marco temporal), quando também já eram grandes as preocupações sobre a perda de habitats naturais, associado ao medo da superpopulação humana e ao esgotamento dos recursos naturais.
Nos estudos realizados sobre casos lusófonos (Portugal e Brasil), verificou-se a preponderância do curador-científico: concluiu-se que vemos a biodiversidade sob a lente dos investigadores que compõem as equipas curatoriais, considerando especialmente as suas áreas de especialização, o que por vezes também definiu o padrão museográfico.
Verificou-se que, como visitantes, somos convidados a ser espectadores da natureza. Todavia, dado que não somos sábios, como os profissionais que fazem as seleções e ordenações dos tipos que estão nas exposições, cabe-nos contemplar séries de coisas que têm lições predefinidas para nos contar.
A partir de detalhada revisão da literatura, fontes documentais e visitas técnicas a instituições europeias e latino-americanas foi construído um modelo teórico de padrões museográficos, ou seja, formas de expor acervos associadas ao design, textos e legendas, iluminação, audiovisual, multimédia e a relação do acervo e do visitante perante o discurso museológico.
Diante deste modelo, a autora partiu para uma pergunta que permitiu analisar exposições à luz dos padrões propostos: "é possível musealizar a biodiversidade?" O conceito biodiversidade foi selecionado dado que tem sido vastamente utilizado, tanto pela comunidade académica, como também pelos diferentes media, desde os anos de 1990 (marco temporal), quando também já eram grandes as preocupações sobre a perda de habitats naturais, associado ao medo da superpopulação humana e ao esgotamento dos recursos naturais.
Nos estudos realizados sobre casos lusófonos (Portugal e Brasil), verificou-se a preponderância do curador-científico: concluiu-se que vemos a biodiversidade sob a lente dos investigadores que compõem as equipas curatoriais, considerando especialmente as suas áreas de especialização, o que por vezes também definiu o padrão museográfico.
Verificou-se que, como visitantes, somos convidados a ser espectadores da natureza. Todavia, dado que não somos sábios, como os profissionais que fazem as seleções e ordenações dos tipos que estão nas exposições, cabe-nos contemplar séries de coisas que têm lições predefinidas para nos contar.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896587246 |
| Editor: | Caleidoscópio |
| Data de Lançamento: | setembro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 171 x 246 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 316 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
Museografia e Museologia
|
| EAN: | 9789896587246 |
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