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Bem Hajam!

de Vassili Grossman
Livro eBook
Editor: PUBLICACOES D.QUIXOTE, junho de 2014 ‧
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Depois de o governo soviético ter confiscado - ou, como Grossman preferia dizer, «prendido» - Vida e Destino, o autor assumiu a tarefa de rever uma tradução para russo de um extenso romance arménio. O texto era de pouco interesse para ele, mas ficou feliz por ter uma desculpa para viajar para a Arménia. Bem Hajam! é o seu relato dos dois meses que lá passou. Escrito em 1962, dois anos antes da morte de Vassili Grossman, esta obra não tem comparação com nenhuma outra do autor. Este é, de longe, o seu livro mais pessoal e intimista, dotado de um ambiente de espontaneidade absoluta, em que Grossman parece estar simplesmente a conversar com o leitor acerca das suas impressões sobre a Arménia - as suas montanhas, igrejas antigas, gentes e costumes -, enquanto, ao mesmo tempo, examina os seus pensamentos e estados de espírito.
Relato maravilhosamente humano de uma viagem a um lugar distante, repleto das observações vívidas de um estrangeiro, Bem Hajam! é também uma reflexão de Grossman sobre o seu lugar na União Soviética como escritor, a dignidade humana e a sua mortalidade.
Este livro é uma coedição com a Fundação Calouste Gulbenkian.

Bem Hajam!

de Vassili Grossman

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722054966
Editor: PUBLICACOES D.QUIXOTE
Data de Lançamento: junho de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 231 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789722054966

SOBRE O AUTOR

Vassili Grossman

Vassili Grossman nasceu em 1905, na Ucrânia ), foi viver para Moscovo ainda jovem, nos anos 1930 formou-se em engenharia química mas começou a dedicar-se exclusivamente à escrita desde essa altura. Em 1941 tornou-se correspondente do Estrela Vermelha, jornal do Exército Vermelho, fazendo reportagens sobre a defesa de Stalinegrado, a queda de Berlim e as consequências do Holocausto.
Vida e Destino, a sua obra-prima, foi um livro considerado tão perigoso na União Soviética que não só o manuscrito como também as fitas com que foi digitado foram confiscados pelo KGB, permanecendo desaparecido durante vinte anos.
Grossman começou a escrever Tudo Passa em 1955, e ainda nele trabalhava durante os seus últimos dias de vida, no hospital.
Morreu em 1964, em Moscovo.

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