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Azul

de Rubén Darío
idioma: espanhol
Editor: Editorial Edaf, S.L., setembro de 2003 ‧
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La publicación de Azul...(1888) se convirtió en el hito fundacional de la literatura modernista, en el vigoroso cambio de rumbo en la brújula de la sensibilidad artística. Desde el enigmático título hasta la inusual estructura de la obra, compuesta por cuentos y poemas, hacen de este lírico volumen una referencia fundacional del Modernismo: renovación de los temas, ambientes lujosos, galantes y refinados, culturalismo francés, fantasía, obsesiones individuales, técnicas e imágenes impresionistas y un vocabulario exótico y expresivo.

Azul

de Rubén Darío

Propriedade Descrição
ISBN: 9788441413344
Editor: Editorial Edaf, S.L.
Data de Lançamento: setembro de 2003
Idioma: Espanhol
Dimensões: 108 x 179 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788441413344

SOBRE O AUTOR

Rubén Darío

Félix Rubén García Sarmiento, mais conhecido como Rubén Darío, nasceu a 18 de janeiro de 1867 na cidade nicaguarense então chamada Metapa. Os seus biógrafos descrevem uma vida atribulada, repleta de obrigações profissionais, polémicas literárias, viagens, apertos financeiros, preocupações familiares e problemas com o consumo de álcool. Ilustre representante do movimento Modernista em língua espanhola, exerceu, segundo Jorge Luis Borges, uma influência decisiva na poesia subsequente vertida neste idioma: "Darío era possuidor de uma música que eu não consigo alcançar, que nem sequer me atrevo a tentar alcançar, e contudo, sem dúvida alguma, eu não escreveria o que escrevi sem Darío, porque, quando passa alguém como Rubén Darío por um idioma, tudo nele muda...". Autor de uma produção poética bastante considerável, três livros seus têm merecido especial atenção por parte da crítica: Azul... (1888), Prosas profanas y otros poemas (1896) e Cantos de vida y esperanza (1905). Foi também um prolífico prosador, publicando artigos jornalísticos, crónicas, contos e crítica. Morreu a 6 de fevereiro de 1916, na cidade nicaguarense de León, vítima de cirrose.

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