Aves Socorrem um Coração de Cinza
Editor:
Edições Humus, fevereiro de 2024 ‧
ver detalhes do produto
9,00€
10% DESCONTO
IMEDIATO
UkdFeFVrcGpjVFZpVERJNFV6Z3lPSE0yTWpWc1ptZzRhMkpzVFROQ1EzcElkMHBzVEhKNGRESkVWMnd2ZGt4dFZUZ3laVWRpUVZSMmJHSTBLeTgyUXpZeFZ6VXZkV0pUVm5CWFdEUTVkVWRsVDBsUlp6aEtPRWh4Tm5wWGRscGpVR05aVFVOQ1QwUkZNa3RGWVN0dVluTmpaVmswYTBOMmFrbFZLMEZqVmxSdGIyWm5Wek5MU0RGT1N6SnBlVGxLVlZwdFowbERiR3BGV2pkcFVFZDRkblZpV0RoUlFXVnJOa040YTA5TFJVSXpWMDluWW1VMllWRnpNM0ZZTVZsVVRFRlpWbWgxTkZOQ1dGVkpNMWg2YkdGS2FWRkJWblo1U210blZXVnBMeTgzU1UxQmNqRXZMMEYyVG5OcFZ6WnlORTlJUkhCd1JreFJWMEYwTDB4alRXbDZiVmc0UVZFeE1WQjVOak4zY1U5eVJITnROa2wzWWtKRmVVaEJhWGhVYTFkWldrMVRWemRXTHpSUmJWWXZWSFpHTjI1VGJFbHViemwyZDJSSkwzaHVkU3R6UWxOb2RreDRkMXA1WTIxSmJqaGtkRkY1U0N0Sk5XOUdTbXBCVGxaU2JEZDBSREZtUkdaRlNuUlRaM0JzU2taTlExRlVOamhJU25CR2RFeGtXbUpWVEdjNWVtRTJhbWwyTURsblRsSnhZalZJYTFCQkszZEhVVmRpVUVoclkzRnVSMFZqTlVneVJITlpTSFZVU2k5aE9FNUxhRkJNYjJGQ1dFczBiSEJ4WkZWV2FDOVRZelZ5VmprNWJtMUdWM3BYZFdGQk1rUlRaSFIxUkVzNU16STFUSGRsZVRSVGNtTTFiMUZtTHpsd1YzTmpkVTVYVTJZMFYzQklTalZSZG14NmFqWlFWWFZGVW5abGRsQkZhVlJrYW5ObFRtNDJTWEpUWm1KVFVrd3dSRlZhZDBSeFZUUnhNemxqYVZKaE9EZFJSbnBDYm1neVFqZFVOMm80Ok14dThSTmhTeCtBQWN6YkJDdFlDdHc9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
aves socorrem um coração de cinza // procuras no céu o que é da terra para sempre // os que fazem e os que deixam fazer
ninguém é inocente // seria melhor sem escravidão // sem a revoada dos insaciáveis e dos famintos // o enxofre dos seus hálitos
as suas pérolas // os céus seriam antigos e bons como nunca houve // agora
os dias
é rolar com eles // mãos cheias de promessas e de amoras // licores correndo
em cima
em baixo // aguada de aguarela // às dobras da galáxia
às nervuras abaixo do húmus // sedentos
os lábios dão o lume à noite // o flash aos fruitos e aos astros // e é isto na estrada // o traço vai contínuo e o amor de asas cansadas // ainda assim esvoaça // ser o que for sem o lamento do coração que levas // um coração de cinza // então
à sorte
as aves // cada uma quase no mesmo grau de pureza // entram inteiras nos olhos // de um modo que não vem a neve // a leveza da pequena lavandisca pousada no rio // a garça
por conveniência na margem // o pato
subindo rasteiro da água // o falcão
do alto fisgando a rola // entraram nos olhos e saem // sem miséria
sem vergonha
sem enigma
ninguém é inocente // seria melhor sem escravidão // sem a revoada dos insaciáveis e dos famintos // o enxofre dos seus hálitos
as suas pérolas // os céus seriam antigos e bons como nunca houve // agora
os dias
é rolar com eles // mãos cheias de promessas e de amoras // licores correndo
em cima
em baixo // aguada de aguarela // às dobras da galáxia
às nervuras abaixo do húmus // sedentos
os lábios dão o lume à noite // o flash aos fruitos e aos astros // e é isto na estrada // o traço vai contínuo e o amor de asas cansadas // ainda assim esvoaça // ser o que for sem o lamento do coração que levas // um coração de cinza // então
à sorte
as aves // cada uma quase no mesmo grau de pureza // entram inteiras nos olhos // de um modo que não vem a neve // a leveza da pequena lavandisca pousada no rio // a garça
por conveniência na margem // o pato
subindo rasteiro da água // o falcão
do alto fisgando a rola // entraram nos olhos e saem // sem miséria
sem vergonha
sem enigma
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897559716 |
| Editor: | Edições Humus |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 138 x 181 x 7 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 108 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | ADAB |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789897559716 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Polaroide10%Edições Humus5,40€
6,00€ -
República Van Gogh10%Edições Fantasma14,84€ 10% CARTÃO