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Autópsia

de João Nuno Azambuja
Editor: Editora Guerra & Paz, setembro de 2019 ‧
15,00€
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E se a catástrofe ambiental acontecer mesmo? Autópsia, o romance da catástrofe anunciada, conta-nos o que vai ser o mundo num futuro que pode não estar distante. O romance de João Nuno Azambuja é uma arrepiante distopia, retrato de uma humanidade náufraga. De um gigantesco cataclismo resulta a submersão da maioria do solo terrestre e o globo volta a ser constituído por um enorme oceano pantalássico com raras ilhas à superfície. Autópsia é a ilha que concentra em 220 km² os vícios e a perversão de 11 milhões de habitantes, uns desesperados face aos constantes aluimentos e a perspetiva de afundamento da ilha, outros alienados com os novos «ópios do povo». Um dia, chega a Autópsia, vindo de uma outra ilha - feliz e estável -, um jovem estrangeiro que se fez ao mar para descobrir a origem da mensagem que encontrou numa garrafa.

Autópsia

de João Nuno Azambuja

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897024986
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: setembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 230 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897024986

Cativante!

Glam Bookgram

É uma história que demonstra o pior da humanidade. Perante um futuro incerto, as pessoas são egoístas e não dão sentido à vida. Sobrevivem apenas porque é esse o primeiro instinto do ser humano. Mas no meio de tanto egoísmo há sempre alguém disposto a dar a sua própria vida para salvar outro. É um livro original e espectacular!

Espetacular

Sofia Sousa

Uma distopia/romance que cativa do inicio ao fim. Gostei muito e recomendo.

SOBRE O AUTOR

João Nuno Azambuja

João Nuno Azambuja nasceu em Braga, em 1974, e é licenciado em História e Ciências Sociais. Participou, por sua iniciativa, em diversas explorações arqueológicas pelo país ao longo de vários anos. Militou, mais tarde, nas tropas paraquedistas como comandante de pelotão, após um breve período como professor de História. Regressado à vida civil, dedicou-se à escrita e fundou, em Braga, um bar de inspiração celta, onde se realizaram concertos memoráveis das melhores bandas ibéricas desse género musical. O seu primeiro romance, Era Uma Vez Um Homem, ganhou o Prémio Literário UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) em 2016. Após o sucesso de Os Provocadores de Naufrágios, surge o seu terceiro romance, Autópsia.

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