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Autópsia de um Equívoco Histórico

Portugal 2060

de Carlos Dugos
Editor: Lema d`Origem, outubro de 2022 ‧
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Está-se em Lisboa, na década de 60 do século XXI. Para trás ficaram as pandemias e guerras dos anos 20 e o grande sismo de 2030, tal como as desordens públicas verificadas durante as movimentações caóticas das populações em tribulação.

O título corresponde à designação de um programa mediático, tendo por finalidade configurar os erros políticos e sociais do progressismo democrático e exaltar o regime do Novo Sistema enquanto alternativa ideológica e programática.

Exceptuando, talvez, a Afro República da Amadora, vive-se uma existência entediante marcada por uma profunda solidão individual, onde os vícios e as taras sobreviventes do passado recente se somam às incongruências de uma nova concepção social, sem objectivos nem aliciantes.

A noção de sagrado, com o respectivo sentido de Humanidade, foi totalmente liquidada pelo novo poder exponencial e pela espectacularidade de uma tecnologia em permanente evolução. A Fraternidade Transhumanista de Setúbal manipula as estruturas psicológicas, por via de implantes bio electrónicos, prefigurando grupos populacionais pós-humanos.

Subvertendo a sucessão cronológica, manifesta-se uma espécie de elasticidade do tempo, que confunde passado, presente e futuro numa unidade atemporal, situação ambígua e inquietante em que se move o casal responsável pela produção da série documental Autópsia de um Equívoco Histórico.

Autópsia de um Equívoco Histórico

Portugal 2060

de Carlos Dugos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899114234
Editor: Lema d`Origem
Data de Lançamento: outubro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 231 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 428
Tipo de produto: Livro
Coleção: Palavra
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899114234

SOBRE O AUTOR

Carlos Dugos

Carlos Dugos nasceu em Lisboa, em 1942.
Em 1958 foi viver para Lourenço Marques, então capital de Moçambique, regressando a Portugal em 1967.
Entre 1962 e 1974 exerceu o jornalismo em Moçambique, República da África do Sul e Portugal.
A partir de 1974 dedicou-se exclusivamente à pintura, atividade que praticou ininterruptamente desde 1958 até ao presente.
Realizou dezenas de exposições individuais em Portugal e no estrangeiro, existindo álbuns gráficos dedicados a quatro dos seus ciclos de trabalhos: Jogos Reais em Vinte Pinturas - Hugin, Editores, Lisboa, 2001; Lisboa - os Mitos da Memória - ed. ACD, Lisboa, 2006; O Eterno Feminino ed. Museu da Água, Coimbra, 2008 e Vieira - o Verbo e a Luz - ed. Centro de Estudos de Filosofia UC, Lisboa, 2008.
Desde 1976 dedicou-se ao estudo da metafísica ocidental com particular incidência nas questões simbólicas.
Neste âmbito proferiu palestras e conferências a convite de várias instituições.
Em 1999 Hugin, Editores, Lisboa, publicou o seu ensaio de caráter metafísico Tradição e Simbólica do Princípio Real – 154 pp.
Em 2012 é publicado o seu romance O Ferro de Marcar Escravos - Createspace, USA.

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