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Au Plus Beau Pays Du Monde

de Tahar Ben Jelloun
idioma: francês
Editor: POINTS, outubro de 2023 ‧
11,28€
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Et si le Maroc m’était conté… par Tahar Ben Jelloun.

De Casablanca la bruyante océanique, à Tanger la rêveuse méditerranéenne et Fès la spirituelle septentrionale, le hasard frappe. D’une médina à une mégalopole, d’une paillote à un hôtel luxueux, d’une corniche maritime à un palais merveilleux, il bouscule et transforme les vies. Une femme qui décide de vous ruiner, des imbroglios administratifs qui vous rendent l'existence infernale, un amour de jeunesse qu’il n’aurait pas fallu revoir, les convives d’un dîner aux prises avec le poids des traditions… Une célébration de l’humanité sensible d’un Maroc polyglotte et multiculturel.

Tahar Ben Jelloun est un écrivain franco-marocain à la carrière internationale. Il a publié la majeure partie de son œuvre au Seuil dont L’Enfant de sable, La Nuit sacrée (prix Goncourt en 1987) ou encore Le Racisme expliqué à ma fille.

« Une profonde exploration humaine. »

Au Plus Beau Pays Du Monde

de Tahar Ben Jelloun

Propriedade Descrição
ISBN: 9782757899786
Editor: POINTS
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Francês
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782757899786

SOBRE O AUTOR

Tahar Ben Jelloun

Tahar Ben Jelloun é um escritor francófono de origem marroquina, mundialmente conhecido e que partilha a sua vida entre Paris e Tânger. Curioso da sociedade e do mundo que o rodeia publicou vários romances, novelas, contos, poemas, ensaios e obras de arte sendo também cronista regular de jornais franceses, espanhóis e italianos. Nasceu em 1944 em Fez e ensinou Filosofia no seu país natal. Exilou-se em França, em 1971. Obteve inúmeros títulos honoríficos, prémios e distinções internacionais, entre os quais o prestigiado prémio francês Goncourt pelo seu romance A noite sagrada, em 1987, e o prémio internacional Impac, em 2004, com a obra Uma ofuscante ausência de luz. Mais recentemente, o seu papel de intelectual interventivo foi reconhecido pela atribuição, entre outros, do prémio das Nações Unidas para a Paz, em 2006, ou do prémio para a Paz da Fundação Ducci, em 2009.

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