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Até que a Memória se Apague

de António Martins
Editor: Chiado Books, julho de 2024 ‧
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A todos os que ousarem a leitura deste livro, gostaria que avaliassem o que a vida me deu de melhor, a minha experiência, a vontade em progredir, aprendendo sempre, na humildade de ser pequeno para servir os outros e ser grande no testemunho da verdade e dignidade humana; que descobrissem que a ciência não é mais que um apêndice da inteligência universal, na sua dimensão cósmica; saíssem de si próprios e discernissem que não são filhos dos hábitos ou do acaso, mas dotados de inteligência superior e livres, autores do seu próprio destino; concluíssem que o espírito é superior à matéria e o pensamento abrange todo o universo de que nem a própria ciência conhece os limites. Em tudo isto, se de alguma coisa servir a partilha, na minha condição de cidadão comum, darei por bem empregue o tempo que dediquei a este trabalho.

Até que a Memória se Apague

de António Martins

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893779699
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: julho de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 231 x 39 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 530
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789893779699

SOBRE O AUTOR

António Martins

António Resende Correia Martins nasceu em Nogueira do Cravo, Oliveira de Azeméis, a 26 de junho de1935. O seu percurso de vida foi intenso e profícuo, com predominância: na vida Cristã, como dirigente no movimento da Ação Católica, durante vários anos; na vida associativa, sendo cofundador da Associação "A NOZ" (1984) e do jornal "a noz" (1985). Ocupou o cargo de presidente da Associação e de diretor do jornal em 2002 e de 2005 a 2013. Durante a sua permanência na Associação, foi responsável pelo pelouro da música e fundou a Tuna, composta de coral e instrumental.
Fez parte do executivo autárquico (de 1993 a 2001) e prestou apoio na elaboração de alguns projetos para espaços públicos na freguesia.
Em 2001, foi cofundador do Grupo de Danças e Cantares, no qual ainda se mantém. Na vida artística, foi: membro organizador de quatro exposições de arte popular; aluno do Instituto Parramon (Barcelona) em pintura e desenho (1970); frequentou o Centro de Arte em S. João da Madeira (1996/97); publicou o romance A Casa Comum (2016); expôs os primeiros trabalhos de pintura à espátula, a nível individual, em Nogueira do Cravo (2018) e Santa Maria da Feira (2019); compilou o livro Saúde Alimentar ou A Arte de Prolongar a Vida com Saúde (2018), com 900 páginas (Consulta); escreveu a autobiografia Até Que a Memória se Apague - Retalhos de Uma Vida ao Serviço de Causas e Ideais (2024).

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