Até Amanhã, Outra Vez

Crónicas

de Nélida Piñon

idioma: português do brasil, português
editor: Editora Record, abril de 1999
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O 'New York Review of Books' aponta Nélida Piñon como 'a maior escritora brasileira', uma tecelã de palavra capaz de, entrelaçando os fios, criar uma 'tapeçaria de fantasias'. O 'Publishers Weekly' ousa mais no seu comentário - 'A imaginação de Nélida a coloca na categoria de gênio'. Todo o decantado talento da escritora - reconhecido aqui e no exterior - pode ser medido nesta coletânea de crônicas que comprova cento e vinte e uma vezes a maestria da autora que, sem o espaço dos romances ou dos contos, vale-se da concisão para em solos rápidos dialogar com seus leitores.

Até Amanhã, Outra Vez

Crónicas

de Nélida Piñon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788501055156
Editor: Editora Record
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português do Brasil, Português
Dimensões: 206 x 136 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 284
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9788501055156
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Nélida Piñon

Nélida Piñon nasceu em 1937 no Rio de Janeiro, numa família originária da Galiza e faleceu a 17 de dezembro de 2022 em Lisboa. Formou-se em Jornalismo em 1956 na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professora catedrática da Universidade de Miami desde 1990 e doutor honoris causa das universidades de Santiago de Compostela, Rutgers e Montreal, entre outras, foi a primeira mulher a presidir à Academia Brasileira de Letras em 1996. Desde 2004 é membro da Academia das Ciências de Lisboa. A sua extensa produção literária, traduzida em diversas línguas, foi distinguida com numerosos galardões, entre os quais o Prémio Walmap (1969) pela novela Fundador; o Prémio Mário de Andrade (1972) por A Casa da Paixão; o Prémio Internacional Juan Rulfo de Literatura LatinoAmericana e do Caribe (México, 1995); o Prémio da Associação Paulista dos Críticos de Arte e o Prémio Ficção Pen Clube, ambos em 1985, pelo romance A República dos Sonhos; o Prémio Iberoamericano de Narrativa Jorge Isaacs (Colômbia, 2001); o Prémio Rosalía de Castro (Espanha, 2002); o Prémio Internacional Menéndez Pelayo (Espanha, 2003); o Prémio Jabuti para o melhor romance (Brasil, 2005) por Vozes do Deserto; e o Prémio Literário Casa de las Americas (Cuba, 2010) por Aprendiz de Homero. Em 2005 recebeu o importante Prémio Príncipe de Astúrias das Letras pelo conjunto da sua obra, o primeiro escritor de língua portuguesa a consegui-lo. Em 2015, recebeu o Prémio El Ojo Crítico Iberoamericano, concedido pela Rádio Nacional de Espanha.

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