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Asas do Desassossego

de Maria Prazeres Quintas
Editor: Edições Vieira da Silva, maio de 2023 ‧
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Asas do Desassossego remete-nos para uma nova faceta de Maria Prazeres Quintas, a poesia. Um estilo que não é recente na sua vida, escrevendo desde jovem, mas que é novo ao público, acostumado aos seus livros de escrita infantil.

Intercalados por gravuras de Emerenciano, estes poemas, sempre dedicados ao Tiago, surgem como um desabafo, uma enxurrada de emoções há muito contidas. Ainda que não sigam necessariamente uma ordem cronológica, são a história da vida de Maria Prazeres.

O leitor é um voyeur acompanhando cada momento, tecendo a teia de uma vida, com todos os fios essenciais: a inocência, a paixão, a dor, a perda, a solidão, a esperança, a incerteza. Nesta leitura conhece-se a mulher por trás da poetiza, que nada esconde a quem a queira ler.

«Sobre a cama das margaridas em flor / Estendi um lençol de saudades / e nele me deitei de alma dilatada / de alegria e recordações».

Asas do Desassossego

de Maria Prazeres Quintas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897796180
Editor: Edições Vieira da Silva
Data de Lançamento: maio de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 226 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 142
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897796180

SOBRE O AUTOR

Maria Prazeres Quintas

Maria Prazeres, licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tinha desde criança o sonho de ser escritora. Cedo aprendeu a ler, cedo também começou a redigir frases pequenas e pequenos textos que só para ela tinham sentido.
Aos 11/12 anos, já no seguimento dos estudos num colégio, criou o seu primeiro livro de poesia, adaptando um caderno diário. Escreveu na capa POESIA. Apenas algumas amigas da sua turma o conheciam. Era lido muito em segredo! Um dia, durante um exercício de Português, a professora descobriu o caderno e foi-o lendo. Um susto, uma vergonha. No fim, entregou-lho com estas palavras: «Menina, estes poemas não são para a sua idade. Além disso, para o ano vamos aprender a rima e a métrica…» Nunca soube quais seriam, nesses anos 50 do século 20, os versos desapropriados a uma imaginação infantil. Apenas se lembra de uma quadra ingénua dedicada a um amor platónico: JAV, meu querido JAV / Só tu és o meu amor / A alegria dos meus dias / Minha luz e meu calor.
Nesta vida de diferentes círculos, nunca nas suas quadraturas, nem sequer nas suas tangentes, o livro de poesia viu a luz! Finalmente agora, a caminhar para os 8 anos, o sonho da menina se irá realizar. Não como desejaria, mas num livro de vidas. O livro de uma vida!

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