As Vinhas de Sangue
Editor:
MoDocromia, maio de 2023 ‧
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SINOPSE
Só há três razões para cometer um crime: sexo, ambição e inveja.
Um homicídio.
O que se admitiu como um caso isolado, deixou de o ser seis anos depois com o aparecimento de mais homicídios, pelo que o verde, em vários tons, das vinhas derramadas em socalcos até às margens do rio Douro, transformou-se num vermelho cor de sangue.
O pânico instalou-se na região e a sua economia ficou em perigo, com reflexo na do país, porque o turista, especialmente o estrangeiro, poderia, face ao perigo latente, rumar a outras paragens onde se sentisse em segurança.
Havia, por isso, que encontrar, e rapidamente, o assassino, ou assassinos, para o caos não tomar conta, de vez, de uma beleza natural classificada como Património Mundial.
A Polícia Judiciária estava submersa numa pressão exercida pelo governo, porque este encontrava-se pressionado por uma comunicação social vocacionada para fins que nada tinham a ver com a informação.
De regresso a Portugal, pela segunda vez, a Alfredo Medeiros, ex-inspector-coordenador da Brigada de Homicídios da instituição com sede na Gomes Freire, é-lhe pedida colaboração na investigação a estes homicídios.
Aceita, não sem o fazer a contragosto...
E passou a ser sua convicção estar-se em presença de crimes de sangue de raiz passional, mas a falta de provas configurava enormes pedras no caminho de quem os procurava desvendar, embora não faltassem suspeitos.
Em As Vinhas de Sangue, um romance policial violento nas suas múltiplas particularidades, há críticas ao jornalismo, à religião, às relações laborais e a um poder político/partidário capaz de ferir a democracia.
Um homicídio.
O que se admitiu como um caso isolado, deixou de o ser seis anos depois com o aparecimento de mais homicídios, pelo que o verde, em vários tons, das vinhas derramadas em socalcos até às margens do rio Douro, transformou-se num vermelho cor de sangue.
O pânico instalou-se na região e a sua economia ficou em perigo, com reflexo na do país, porque o turista, especialmente o estrangeiro, poderia, face ao perigo latente, rumar a outras paragens onde se sentisse em segurança.
Havia, por isso, que encontrar, e rapidamente, o assassino, ou assassinos, para o caos não tomar conta, de vez, de uma beleza natural classificada como Património Mundial.
A Polícia Judiciária estava submersa numa pressão exercida pelo governo, porque este encontrava-se pressionado por uma comunicação social vocacionada para fins que nada tinham a ver com a informação.
De regresso a Portugal, pela segunda vez, a Alfredo Medeiros, ex-inspector-coordenador da Brigada de Homicídios da instituição com sede na Gomes Freire, é-lhe pedida colaboração na investigação a estes homicídios.
Aceita, não sem o fazer a contragosto...
E passou a ser sua convicção estar-se em presença de crimes de sangue de raiz passional, mas a falta de provas configurava enormes pedras no caminho de quem os procurava desvendar, embora não faltassem suspeitos.
Em As Vinhas de Sangue, um romance policial violento nas suas múltiplas particularidades, há críticas ao jornalismo, à religião, às relações laborais e a um poder político/partidário capaz de ferir a democracia.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893501160 |
| Editor: | MoDocromia |
| Data de Lançamento: | maio de 2023 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 151 x 237 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 304 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9789893501160 |
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