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As Raízes e os Frutos. Palavra - Desenho - Obra (1937- 2001)
"O meu caso" - Arquitectura, imperativo ético do ser 1937-1947 ( Volume I)
Editor:
U.Porto Press, dezembro de 2020 ‧
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SINOPSE
Fernando Távora - As Raízes e os Frutos. Palavra - Desenho - Obra aborda o mundo de Fernando Távora, na rede das suas várias dimensões. A obra é una nas oito unidades que a integram: quatro volumes, dividindo-se os três primeiros em dois tomos cada; dividindo-se o tomo I do volume 1 em dois fascículos; o quarto, um volume simples.
O volume 1 considera as múltiplas iniciativas e estudos que, em tempo de identificação da vocação mais do que da procura duma originalidade, o jovem Távora empreende na ânsia de respostas à pergunta Porquê uma arquitectura diferente? A nova arquitectura não se formará em duas ou três gerações, como supõem os que supõem ter criado um estilo português. Chegar ao homem que não é máquina de calcular nem existência sem controle.
"Arre, estou farto de semi-deuses", escancara Távora no rosto de livro de Le Corbusier. É à bolina desse grito de Campos-Távora que o volume 2 expõe sobre o tempo da fuga da abstracção - Já é tempo de Portugal reencontrar a sua arquitectura; sobre a certeza resolvida - viver completamente, com arte, com saber, é produzir uma obra de arquitectura. A modernidade de um acontecimento mede-se pela relação que ele mantém com as condições dentro das quais se realiza. Sendo diferentes as condições serão diversas as soluções - mas deve ser comum a natureza das relações. A modernidade constante da harmonia do espaço contemporâneo, dimensão operativa da tradição.
O volume 3 versa sobre a continuidade de uma causa e de uma escola que Távora fez por renovar numa estreita relação entre ofício e pedagogia. A arquitectura materializa-se no dia a dia pela liberdade futurante do ofício: a unidade em cada momento - a diversidade ao longo de uma vida - posso estar paralelamente a projectar uma choupana e um palácio, com expressões arquitectónicas e fundamentos económicos, sociais e políticos completamente opostos e ser sincero em tudo… ou fingido em tudo, o que é sempre a mesma coisa… O pensamento de Távora em termos de arquitectura, e o como foi realizado é o tópico.
A realização na arquitectura sempre puxou Távora para a lição que se aprende pelo estudo da herança construída. O volume 4 arrisca uma projecção de As raízes e os Frutos. Num pressuposto que a afirmação Eu sou a arquitectura portuguesa enuncia a singularidade da acção de Távora face a dogmas do seu tempo, que edição-livro, para aflorar energia narrativa sobre a singularidade dessa viagem na esteia da modernidade?
O volume 1 considera as múltiplas iniciativas e estudos que, em tempo de identificação da vocação mais do que da procura duma originalidade, o jovem Távora empreende na ânsia de respostas à pergunta Porquê uma arquitectura diferente? A nova arquitectura não se formará em duas ou três gerações, como supõem os que supõem ter criado um estilo português. Chegar ao homem que não é máquina de calcular nem existência sem controle.
"Arre, estou farto de semi-deuses", escancara Távora no rosto de livro de Le Corbusier. É à bolina desse grito de Campos-Távora que o volume 2 expõe sobre o tempo da fuga da abstracção - Já é tempo de Portugal reencontrar a sua arquitectura; sobre a certeza resolvida - viver completamente, com arte, com saber, é produzir uma obra de arquitectura. A modernidade de um acontecimento mede-se pela relação que ele mantém com as condições dentro das quais se realiza. Sendo diferentes as condições serão diversas as soluções - mas deve ser comum a natureza das relações. A modernidade constante da harmonia do espaço contemporâneo, dimensão operativa da tradição.
O volume 3 versa sobre a continuidade de uma causa e de uma escola que Távora fez por renovar numa estreita relação entre ofício e pedagogia. A arquitectura materializa-se no dia a dia pela liberdade futurante do ofício: a unidade em cada momento - a diversidade ao longo de uma vida - posso estar paralelamente a projectar uma choupana e um palácio, com expressões arquitectónicas e fundamentos económicos, sociais e políticos completamente opostos e ser sincero em tudo… ou fingido em tudo, o que é sempre a mesma coisa… O pensamento de Távora em termos de arquitectura, e o como foi realizado é o tópico.
A realização na arquitectura sempre puxou Távora para a lição que se aprende pelo estudo da herança construída. O volume 4 arrisca uma projecção de As raízes e os Frutos. Num pressuposto que a afirmação Eu sou a arquitectura portuguesa enuncia a singularidade da acção de Távora face a dogmas do seu tempo, que edição-livro, para aflorar energia narrativa sobre a singularidade dessa viagem na esteia da modernidade?
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899985254 |
| Editor: | U.Porto Press |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 191 x 238 x 63 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 737 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Arquitetura
|
| EAN: | 9789899985254 |
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