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As Privatizações
Contornos de um processo que é preciso reverter
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Edições Avante, novembro de 2025 ‧
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EM STOCK
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SINOPSE
Cada privatização é um crime. É mesmo uma sucessão de crimes, uns contra o futuro do nosso país, outros meramente contra o erário público, delapidando os recursos que podiam ser alocados à satisfação das necessidades do nosso povo, destruindo muitos dos instrumentos necessários ao desenvolvimento nacional.
Crimes que merecendo sempre uma severa punição política, deveriam muitas vezes ser objecto de outro tipo de punição, judicial mesmo. Mas vistas como um processo elas são uma opção de fundo, prosseguida fria e metodicamente, com o objectivo de reconstruir o capitalismo monopolista e voltar a assegurar a submissão nacional ao imperialismo.
Da mesma forma, o processo de resistência a cada privatização é corporizado por múltiplos participantes, com objectivos e interesses diferentes, convergindo naquela luta concreta de formas muito diversas. Mas a resistência ao processo de privatizações foi e é uma opção consciente, de classe, tomada desde sempre pelo PCP, que nessa resistência identifica a defesa dos valores de Abril, a possibilidade de um futuro próspero e independente para o nosso povo.
Por mais contra a corrente que isso possa parecer, face ao monolitismo ideológico que se apossou dos meios de difusão da informação, o PCP continua a afirmar ser não só necessário defender o que resta do Sector Empresarial do Estado como reverter muitas das privatizações realizadas, devolvendo ao povo português os instrumentos para uma vida democrática e soberana.
Esta ruptura com a política de direita é não só necessária como inevitável. E constrói-se em cada luta travada. na luta que continua.
Crimes que merecendo sempre uma severa punição política, deveriam muitas vezes ser objecto de outro tipo de punição, judicial mesmo. Mas vistas como um processo elas são uma opção de fundo, prosseguida fria e metodicamente, com o objectivo de reconstruir o capitalismo monopolista e voltar a assegurar a submissão nacional ao imperialismo.
Da mesma forma, o processo de resistência a cada privatização é corporizado por múltiplos participantes, com objectivos e interesses diferentes, convergindo naquela luta concreta de formas muito diversas. Mas a resistência ao processo de privatizações foi e é uma opção consciente, de classe, tomada desde sempre pelo PCP, que nessa resistência identifica a defesa dos valores de Abril, a possibilidade de um futuro próspero e independente para o nosso povo.
Por mais contra a corrente que isso possa parecer, face ao monolitismo ideológico que se apossou dos meios de difusão da informação, o PCP continua a afirmar ser não só necessário defender o que resta do Sector Empresarial do Estado como reverter muitas das privatizações realizadas, devolvendo ao povo português os instrumentos para uma vida democrática e soberana.
Esta ruptura com a política de direita é não só necessária como inevitável. E constrói-se em cada luta travada. na luta que continua.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789725506110 |
| Editor: | Edições Avante |
| Data de Lançamento: | novembro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 213 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 310 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Economia, Finanças e Contabilidade
>
Economia
|
| EAN: | 9789725506110 |
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