As Jóias da Coroa

de Raul Pompeia
Editor: Estrofes & Versos, dezembro de 2009 ‧
Esta é uma história singular sobre um roubo de Jóias de um ladrão muito especial, de seu nome Manuel Pavia. A singularidade do roubo assenta no facto deste ter sido bem sucedido mas o ladrão ter ficado sem as jóias. Vamos por partes. As jóias a roubar pertenciam ao duque de Bragança, às quais se juntava um anel caríssimo pertencente à esposa do duque. O roubo foi bem pensado e melhor executado, deixando inclusive falsos indicadores dos meios usados para confundir a polícia.
O ladrão teve uma ajuda do interior da mansão. No entanto, o duque descobre o culpado e confronta-o com diversas provas que o implicam no roubo.
A verdade é que o Sr. Manual Pavia sabe muitas coisas. Segredos do duque que este não quer tornar públicos e, após uma conversa privada entre os dois, Manuel Pavia é entregue à polícia. No entanto, este livra-se da prisão, fazendo um acordo no qual devolve as jóias roubadas.

As Jóias da Coroa

de Raul Pompeia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898292063
Editor: Estrofes & Versos
Data de Lançamento: dezembro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 196 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898292063

SOBRE O AUTOR

Raul Pompeia

Raul Pompeia nasceu a 12 de abril de 1863, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Aos 11 anos de idade, o autor ingressou num internato, no Colégio Abílio, no Rio de Janeiro. Mais tarde, estudou Direito no Largo de São Francisco na Faculdade de Direito de São Paulo. Durante os seus anos de Faculdade de Direito, o autor tornou-se abolicionista e republicano. Optou por não exercer a advocacia após a sua licenciatura. Posteriormente, iniciou uma carreira no jornalismo, além de ser professor na Escola de Belas Artes e diretor da Biblioteca Nacional. Foi quando se tornou apoiante do governante autoritário Floriano Peixoto, que colidiu com alguns dos principais intelectuais do país. Atuou em movimentos favoráveis à abolição da escravatura e também pelo fim da monarquia e implantação da República. Porém, em função das suas posições polémicas e, muitas vezes inflexíveis, sofreu perseguições políticas, que acabaram por provocar a sua reprovação na faculdade. A 25 de dezembro de 1895, no Rio de Janeiro, o autor suicidou-se aos trinta e dois anos. É hoje considerado um dos principais representantes do Realismo e do Naturalismo e um dos grandes escritores do século XIX, na literatura brasileira.

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